O Templo de Wong Dai Sin √© um espa√ßo sagrado e moderno que abriga uma din√Ęmica comunidade tao√≠sta comprometida com o¬†desenvolvimento espiritual atrav√©s da tradicional pr√°tica de tai chi. O Instituto Tao√≠sta Fung Loy Kok encomendou¬†um projeto para seu novo lar espiritual na regi√£o suburbana de¬†Toronto, no Canad√°, que deveria refletir n√£o apenas a ess√™ncia de¬†suas cren√ßas religiosas, mas tamb√©m a modernidade de seus afiliados. Este local de cerim√īnias¬†est√° implantado em uma importante via suburbana, pr√≥ximo a um shopping center e um¬†cul de sac¬†que d√° acesso a uma s√©rie de¬†mans√Ķes familiares.

 

O projeto do templo¬†√© deliberadamente assim√©trico, mantendo seu equil√≠brio como uma pose de tai chi. A fachada¬†sul do edif√≠cio √© vis√≠vel a partir da movimentada rua que d√° acesso ao templo, revelando dois grandes balan√ßos desiguais apoiados em esbeltos planos de¬†concreto aparente. As r√≠gidas legisla√ß√Ķes para vagas de estacionamento no local exigiam elevar o edif√≠cio principal acima do solo e liberar a superf√≠cie do t√©rreo para os ve√≠culos. O templo ¬†√© apoiado sobre uma laje de concreto integrada com sete pilares de concreto, amarrados a uma robusta plataforma ancorada no solo.

O sistema protendido da laje de concreto permite os mais de 10 metros de balanço no lado oeste, pairando sobre o estacionamento que é a base de suporte da estrutra do espaço sagrado do templo. Um balanço menor de pouco mais de 5 metros no lado leste serve para acomodar um terraço exterior que funciona como contrapeso para o balanço maior. O concreto aparente também é utilizado nas duas escadas suspensas que, juntamente com um elevador, fornecem acesso aos espaços de celebração no segundo pavimento.

O exterior do¬†edif√≠cio,¬†nas fachadas norte e sul, possui uma s√©rie de¬†aletas verticais em¬†a√ßo corten que s√£o utilizadas¬†para direcionar as vistas para a paisagem do entorno. As grandes aberturas verticais de piso ao teto se estendem para o exterior de forma a permitir a ampla ilumina√ß√£o natural dos espa√ßos internos e uma eficiente ventila√ß√£o cruzada. As fachadas leste e oeste, que confrontam com os edif√≠cios vizinhos, foram revestidas com grandes pain√©is abstratos de a√ßo inox de forma a garantir a privacidade durante as cerim√īnias.

Fonte: ArchDaily

 

 

Publicado em 25/02/18
em: Viagem

A ilha do Caribe realizou uma recuperação impressionante nos 5 meses desde que o furacão Irma

 

As ilhas francesas de St Martin e St Barts incorreram em danos de aproximadamente US $ 4 bilh√Ķes durante o furac√£o Irma, que atingiu em setembro de 2017;¬†mais do que qualquer outro territ√≥rio.¬†Mas St Barts, por um lado, est√° se recuperando a uma velocidade quase milagrosa.¬†A partir de agora, a ilha est√° perto de ser totalmente recuperada. Todas as estradas j√° s√£o acess√≠veis. Enquanto muitos viajantes pela primeira vez a St Barts cancelaram suas viagens, os habitu√©s voltaram.¬†Isso significa que o turismo l√° est√° ainda um tanto silencioso. Por enquanto. √Č a hora certa de aproveitar antes que tudo comece novamente a bombar.

Publicado em 25/02/18
em: Social

Beatriz Abdanur já é destaque, usando enfeite de cabeça que sua avó Lé trouxe pra ela de Dubai.

 

Lídia e Luiz Ciabotti entre os amigos recebidos por Rosália e Rivaldo Machado Borges neste sábado, na feijoada chique que comemorou o niver dele

 

Antonio Guilherme da Cunha e sua esposa Iolanda. O niver dele foi festejado em família, neste domingo, em badalado restaurante da cidade.

Publicado em 25/02/18

O uso de cosm√©ticos est√° cada vez mais frequente no dia a dia tanto dos homens quanto das mulheres brasileiras, especialmente quando relacionado √† sa√ļde da pele e a preven√ß√£o do envelhecimento precoce. Contudo, poucas s√£o as pessoas que conhecem os riscos por tr√°s dos r√≥tulos ditos milagrosos e da alta quantidade de produtos qu√≠micos presentes em tais cosm√©ticos. Sendo assim, a melhor forma de cuidar da pele sem expor a mesma aos produtos qu√≠micos dos cosm√©ticos atuais √© atrav√©s do uso de cosm√©ticos org√Ęnicos.

O primeiro passo para entender esse novo universo √© saber diferenciar os tipos de produ√ß√£o. Ha uma pequena diferen√ßa entre os cosm√©ticos org√Ęnicos, naturais e veganos, embora todos sejam produzidos com uma baixa (ou nula) quantidade de produtos qu√≠micos e possuem uma fabrica√ß√£o sustent√°vel.

O cosm√©tico org√Ęnico tem como principal vantagem a pureza de sua composi√ß√£o, com fontes naturais, sustent√°veis e renov√°veis de mat√©rias primas, colaborando com a sa√ļde do meio ambiente e n√£o expondo a pele √† compostos qu√≠micos de alto risco, como os convencionais.

Outro ponto a ser ressaltado √© o efeito natural e o resultado em longo prazo, uma vez que os produtos agem de forma natural e estimulam a produ√ß√£o de novas c√©lulas da pele sem prejudicar a sa√ļde. Os √≥leos essenciais s√£o utilizados em sua maior pot√™ncia, sem dilui√ß√£o ou perda de propriedades ao longo da fabrica√ß√£o, trazendo resultados mais r√°pidos e muito mais eficientes. Para quem busca uma pele perfeita, o abandono dos cosm√©ticos industrializados √© o primeiro passo que precisa ser dado.

As marcas

Atualmente no Brasil √© poss√≠vel encontrar uma s√©rie de marcas de cosm√©ticos que trabalham com uma produ√ß√£o org√Ęnica, natural ou at√© mesmo vegana. Citamos como exemplos a Bioart, especialista em maquiagens, a Cativa Natureza que oferece produtos com selo rastre√°vel e possui uma linha de rosto, corpo e cabelo e a Surya Brasil, que trabalha com uma linha de cabelo. A Ikove Organics traz produtos diferenciados com selo fairtrade exclusivo relacionado ao uso do cacau. A Lush, conhecida mundialmente, pode ser encontrada em lojas brasileiras e oferece toda uma gama de cosm√©ticos. A Sachi se instaurou no mercado de produtos naturais com √≥leos vegetais e uma linha de perfumes para ambiente.

Os caseiros

Os hidratantes caseiros s√£o um excelente exemplo de cosm√©tico anti-idade e podem ser facilmente reproduzidos com ingredientes simples como ch√°, suco de aloe vera, cera de abelha, amido de milho, a√ß√ļcar mascavo, azeite de oliva, √°gua de rosas, mel, √≥leo de coco e ervas.

Os resultados s√£o facilmente not√°veis, facilitando a compreens√£o da import√Ęncia acerca do uso de produtos naturais e livres de toxinas, especialmente quando estes s√£o aplicados diariamente e diretamente no corpo e no rosto.

 

Super hidratante caseiro para peles secas

 

Ingredientes:

50g de manteiga de karité

50ml de óleo de coco

50g de manteiga de cacau

50ml de óleo de amêndoas

Instru√ß√Ķes:

Derreta todos os ingredientes em banho maria. Quando estiver homogêneo, leve à geladeira até endurecer. Depois, bata com uma batedeira até virar um creme levinho. Pronto! Guarde em potinhos de vidro

Publicado em 25/02/18
em: Social

Quase todo mundo sabe que quando os ponteiros ingleses marcam 17, √© hora de parar o que se est√° fazendo para apreciar uma bela x√≠cara de ch√° e um biscoito ou¬†croissant.¬† Tradi√ß√£o que existe no pa√≠s desde 1662, mas caiu na gra√ßa do povo a partir do s√©culo XIX por causa de uma duquesa esfomeada. Com o tempo, aristocratas e burgueses ingleses passaram a imitar o ritual da duquesa em suas casas ‚Äď que entre o almo√ßo e o jantar fazia uma refei√ß√£o com ch√° e biscoitos – aproveitando a ocasi√£o para exibirem as mais caras e belas porcelanas e pratarias.

Louça inglesa para receber as amigas. As flores são do jardim do anfitrião

 

 

A partir da√≠, a tradi√ß√£o se espalhou, sal√Ķes de ch√° foram criados e toda a Europa foi tomada pelo consumo do ch√° das cinco. Hoje, o hor√°rio fixo n√£o √© obrigat√≥rio, mas o h√°bito de tomar um lanche no meio da tarde regado a muito ch√°, p√£es e doces permanece intacto, com menos ou mais formalidade.

Prática que chegou aos trópicos e, mais precisamente aqui, com todos os direitos à melhor e mais farta mesa mineira. Pois foi exatamente nestes moldes que o aristocrata jornalista Jorge Alberto Nabut abriu as portas do seu petit palais hoje à tarde e dividiu a mesa da chique sala de jantar com um grupo de grandes e queridas amigas.

Detalhe da decoração da sala intima

 

Sob as b√™n√ß√£os de Mariana…¬†

Champagne e drinks borbulhantes abriram a comemora√ß√£o ‚Äď que deveria ter sido feita antes do Natal passado ‚Äď seguida do buffet de finos salgadinhos, torta doce dos deuses e, no arremate, caf√© e p√£o de queijo.

Confiram nas fotos a chique ‚Äď mas informal – acolhida de Jorge Alberto. Que, como poucos, sabe receber bem.

A partir da√≠, a tradi√ß√£o se espalhou, sal√Ķes de ch√° foram criados e toda a Europa foi tomada pelo consumo do ch√° das cinco. Hoje, o hor√°rio fixo n√£o √© obrigat√≥rio, mas o h√°bito de tomar um lanche no meio da tarde regado a muito ch√°, p√£es e doces permanece intacto, com menos ou mais formalidade.

Prática que chegou aos trópicos e, mais precisamente aqui, com todos os direitos à melhor e mais farta mesa mineira. Pois foi exatamente nestes moldes que o aristocrata jornalista Jorge Alberto Nabut abriu as portas do seu petit palais hoje à tarde e dividiu a mesa da chique sala de jantar com um grupo de grandes e queridas amigas.

Mesa posta com estilo

Champagne e drinks borbulhantes abriram a comemora√ß√£o ‚Äď que deveria ter sido feita antes do Natal passado ‚Äď seguida do buffet de finos salgadinhos, torta doce dos deuses e, no arremate, caf√© e p√£o de queijo.

Confiram nas fotos a chique ‚Äď mas informal – acolhida de Jorge Alberto. Que, como poucos, sabe receber bem.

Sentadas: Auxiliadora Guimar√£es Oliveira, Velma Hial, L√™da Bilharinho; de p√©: M√īnica Resende, Telma Sabino Castro, L√≠gia Sousa Lima, Jorge Alberto, Idarlene Abr√£o, Odecinha Tomain e Sueli Rodrigues da Cunha

Publicado em 20/02/18

Do interior do Maranh√£o para Uberaba, com reconhecimento nacional em S√£o e em¬† Portugal, o artista pl√°stico Reginaldo Pereira est√° com tudo para explodir internacionalmente. Sua pr√≥xima exposi√ß√£o ‚Äď com chancela da Embaixada do Brasil na B√©lgica – ser√° em Bruxelas, onde ele dever√° permanecer por mais de um m√™s. Vernissage acontecer√° no pr√≥ximo dia 8 de mar√ßo, √†s 18 horas e permanecer√° aberta √† visita√ß√£o at√© 9 de mar√ßo de 2018 na Casa do Brasil ‚Äď Avenue Louise 350, de segunda a sexta-feira das 10h30 √†s13 horas e das 15 √†s 18 horas. Antes disso, conversei longamente com Reginaldo, que honrosamente nos concedeu esta entrevista. Na qual ele revela detalhes da sua bela trajet√≥ria, fala das suas fontes de inspira√ß√£o permanentes e nos encanta n√£o apenas com suas pinceladas, mas tamb√©m por sua po√©tica espontaneidade.

 

1 РComo, quando e onde você pegou pela primeira vez num pincel?

Nos meus primeiros anos de vida eu e meus pais passamos um tempo em uma fazenda. Vivámos cercados por muitos rios, pássaros, animais selvagens de varies espécies, uma floresta linda e eu adorava aquele lugar. Aos meus 6 anos minha mãe foi embora, nos deixando na cidade de Bom Jardim, interior do estado do Maranhão. Quando completei 8 anos, meu pai faleceu. Senti-me órfão, mas minha avó querida e outros familiares paternos cuidaram de mim, embora sem incentivo algum para o mundo das artes.

Mas desde os 7 anos de idade comecei a ter um grande interesse por desenhos. Sozinho, eles me confortavam, me traziam momentos felizes. Toda vez que eu via uma estrela riscar o céu, eu logo pedia: Quero e ainda vou ser um grande artista!!! E assim por muitas vezes isso me trazia esperança, pois eu era uma criança muito triste.

Eu pintava em cartolinas, tecidos, papel em geral, sempre material simples. Aos 18 anos fui para Imperatriz (cidade com 300 mil habitantes) morar com minha mãe, na esperança e de que lá poderiam surgir oportunidades.

 

2- Do interior do Maranhão para Uberaba, conte brevemente sua trajetória.

Passado um tempo fui me aperfei√ßoando na pintura, na Escola de arte da Sra. Penha Cimadon, onde fazia muitos trabalhos de pintura em tecido e desenhos. Nesse tempo eu conheci a Sra. Maria Alice Franco Assun√ß√£o (a Licinha) que era de Uberaba e morava h√° alguns anos em Imperatriz. Decoradora, ela fazia belos trabalhos e promovia boas exposi√ß√Ķes coletivas. Me passou muitas informa√ß√Ķes e muito incentivo. Foui uma das primeiras pessoas a valorizar o meu trabalho. Em 1993¬†comecei a pintar com tinta a √≥leo. Em 1997 Licinha e sua fam√≠lia voltaram a residir em Uberaba e da√≠ surgiu o convite para eu vir passara uma temporada aqui.

 

Reginaldo Pereira

 

3 – O que o fez optar pelo tropicalismo onde estilo?

Eu sempre gostei de plantas, flores, arvores frut√≠feras… tudo isso em abund√Ęncia. No decorrer da minha inf√Ęncia, e agora h√° pouco tempo surgiu esse tema forte na decora√ß√£o… Unindo tudo isso¬†e o meu bem estar, minha paz¬†– que foi t√£o dif√≠cil de conquistar –¬† passei a ter o meu estilo de trabalhar com as cores b√°sicas. Fui criando uma harmonia, um equil√≠brio e respeito de uma cor com a outra. Eu falo que minha tela √© uma fam√≠lia.

O amarelo, vermelho, azul, preto e branco… e dessa forma essas cores me d√£o a possibilidade e expor todo esses valores, como a floresta, que vive sempre em harmonia e equil√≠brio… Expresso a natureza desta forma, com muito amor, paz, respeito, compreens√£o e coragem. Tudo o que eu n√£o tive antes, pela falta dos meus pais.

Muitas vezes quando estou trabalhando sinto que as tintas e a pr√≥pria tela ficam impregnadas com o cheiro das bananeiras e das folhas; sinto o surgimento de uma sensa√ß√£o √ļnica, algo que eu ainda n√£o o compreendo. Mas me envolvo numa atmosfera de felicidade plena por pintar cada tela e seus valores, com vida, com alma.

 

4 – Quais as exposi√ß√Ķes mais importantes das quais voc√™ participou?

 

. A primeira exposição coletiva foi em Imperatriz. A Licinha me deu a oportunidade de expor 4 telas;

. Em 2010 no FESTIN, Festival de Cinema da Língua Portuguesa. No cinema São       Jorge, Lisboa, Portugal;

. No Evento Miss Brasil Portugal, no Casino de Estoril. Em Estoril, Portugal;

. Exposição na casa do Alentejo (Palácio Alverca) Lisboa Portugal;

. Em janeiro de 2015, Exposi√ß√£o em formato de v√≠deo, na 9¬™ edi√ß√£o o VAC, Ver√£o Arte ¬†Niemeyer,¬† Contempor√Ęnea, Museu tema Tropical, Belo¬† Horizonte Minas Gerais;

. Em 2017 Exposição de telas e móveis, loja Acierno, em Pinheiros;

. Exposição no Studio Bergamin, Santa Cecilia São Paulo.

 

 

5 – Que trabalhos mais te emocionaram?

Todo os que fa√ßo quando saio do est√ļdio e que envolvem outras pessoas. Eu vou at√© o local para fazer a pintura. Esse da loja Acierno, eu precisei ficar 11 dias em S√£o Paulo pintando os m√≥veis para a exposi√ß√£o. Outro, foi umacasa de praia estilo colonial, lugar paradis√≠aco em Ilhabela. Passei uma semana fazendo o trabalho com a decoradora e no final o Sr. Marcos dono da casa, depois de tantos elogios pela pintura… ficou sem palavras. Fiquei emocionado.

 

6 – Qual o seu p√ļblico alvo?

Meu trabalho n√£o tem um p√ļblico especifico. O que compreendi √© que o resultado dessas cores com as quais trabalho causam uma sensa√ß√£o de bem estar. Eu sei que √© muito agrad√°vel a gente ver algo bonito, que enche o ambiente de cores, vida, que acrescenta na decora√ß√£o. Assim fui optando por telas de grandes formados, para trazer esse tropical de forma mais natural. Muitas pessoas j√° me falaram que minhas telas passam muita paz, m os olhos e acalmam a alma. Isso me deixa feliz.

A pintura é natural e simples pra mim. Meu foco é forma como as cores e o pincel movimentam na tela e não o retorno financeiro. Apenas sinto o desejo de pintar a tela e mostrar o meu trabalho por todo o mundo.

 

7 РAinda hoje, qual a sua principal fonte de inspiração?

Minha inspira√ß√£o √© sempre a felicidade! Assim: todo o meu olhar √© puro e, tudo se revela… os movimentos das folhas longas, o contrastes de uma planta para outra, tudo o que tem beleza se mostra aos meus olhos…tudo se apresenta naturalmente, assim a minha obra tem vida.

 

8 – Como se sente expondo no Exterior?

√Č uma sensa√ß√£o de conquista do que j√° foi, um dia, um pequeno desejo: um olhar para uma estrela que risca o c√©u. Que o sonho do pequenino Regis p√īde fazer…

Em minha vida tudo foi surgindo, as oportunidades atrav√©s das pessoas que v√™em algo especial em meus quadros. √Č como se esses pessoas tivessem o ‚Äúdever‚ÄĚ de fazer algo por mim, algo especial. Essa exposi√ß√£o em Bruxelas foi assim. Uma senhora de Bras√≠lia comprou uma tela e, logo mudou-se para Bruxelas. Ela teve o interesse de apresentar o meu trabalho por l√° e organizou tudo. Vou ficar 35 dias na Europa, 7 na casa desta senhora.

 

9 – O que pretende daqui pra frente?

Sou uma pessoa muito feliz, grato…Sinto que tem algo muito especial em meu trabalho. Vem surgindo outra fase, outro p√ļblico, e sou livre para ir ao encontro daquilo que eu acredito. Meu sonho √© morar na Europa, no litoral, em uma cidade pequena.

 

 

Publicado em 19/02/18

At√© mesmo no fim de semana Michel Temer trabalhou em pr√≥l de melhorar a pr√≥pria imagem junto √† popula√ß√£o. H√° dias ele vem se encontrando com seus principais conselheiros e assessores na tentativa de conseguir a melhor estrat√©gia de comunica√ß√£o para capitalizar politicamente e usar a interven√ß√£o no Rio, decretada na √ļltima sexta-feira.

Até agora seus principais interlocutores, o marqueteiro Elsinho Mouco e o cientista político e especialista em marketing Antonio Lavareda sopram no ouvido de Temer que  explorar o tema da violência para tentar diminuir o desgaste do seu governo Рque tem altos índices de impopularidade Рé a grande sacada.

Ser√° que cola?

Foto Reprodução/O Globo

Publicado em 19/02/18
Decada de 60. Em meio aos grandes conflitos pol√≠ticos e transforma√ß√Ķes sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laborat√≥rio experimental secreto do governo, se afei√ßoa a uma criatura fant√°stica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e √† colega de turno Zelda (Octavia Spencer). Esta √© a sinopse geral do filme “A Forma da √Āgua”,¬† felizmente em exibi√ß√£o nos cinemas da cidade.
Forte concorrente ao Oscar de Melhor Filme, √Č mesmo um conto de fadas er√≥tico do diretor Guilhermo del Toro, um aficcionado por cinema de monstros e que¬† construiu a sua carreira em cima disso. Sua paix√£o por criaturas foi o que fez seu nome e lhe deu status em Hollywood, permeando todos os seus filmes, inclusive os mais s√©rios, que possuem algo a dizer al√©m dos seres m√≠ticos.
Publicado em 16/02/18
em: Social

Din√Ęmica e admirada Edna Idal√≥ – incans√°vel diretora do Asilo Santo – foi abra√ßada pelas amigas pelo seu niver no √ļltimo dia 15. Del√≠cias √† mesa e os melhores bate-papos na tarde de brindes.

Edna com suas irm√£s Marise e Denise e os amigos do grupo S√£o Geraldo

Publicado em 16/02/18

Publicado em 16/02/18
SOBRE MIM

Sou Virginia Abdalla, jornalista há mais de trinta anos. Ao longo desse tempo, assinei coluna social autoral, nos diários Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba, trabalhando com conteúdo ético e abrangente. Espaço aberto para reportagens sociais e voltado também para comportamento, lifestyle, moda, cultura, gastronomia, ciências e tendências. Editei cadernos especiais de jornais e revistas, comandei programa de entrevistas em TV local e integro o quadro de colaboradores da publicação JM Magazine,  sempre procurando destacar pessoas pelo seu talento e fatos pela sua importância transformadora.
 Este é o foco do meu trabalho jornalístico, em prospecção para este Blog, on line desde 2012 - um novo e necessário caminho para fincar os pés no presente e tecnológico universo.
Sou graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Santo Thomaz de Aquino - com especializações no setor - e pós-graduada em Educação Latu Sensu pela Universidade de São Carlos. Empresária, mãe, avó, filha e mulher que eventualmente se permite expressar através de produções de arte sustentável.

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