Do interior do Maranhão para Uberaba, com reconhecimento nacional em São e em  Portugal, o artista plástico Reginaldo Pereira está com tudo para explodir internacionalmente. Sua próxima exposição – com chancela da Embaixada do Brasil na Bélgica – será em Bruxelas, onde ele deverá permanecer por mais de um mês. Vernissage acontecerá no próximo dia 8 de março, às 18 horas e permanecerá aberta à visitação até 9 de março de 2018 na Casa do Brasil – Avenue Louise 350, de segunda a sexta-feira das 10h30 às13 horas e das 15 às 18 horas. Antes disso, conversei longamente com Reginaldo, que honrosamente nos concedeu esta entrevista. Na qual ele revela detalhes da sua bela trajetória, fala das suas fontes de inspiração permanentes e nos encanta não apenas com suas pinceladas, mas também por sua poética espontaneidade.

 

1 РComo, quando e onde voc̻ pegou pela primeira vez num pincel?

Nos meus primeiros anos de vida eu e meus pais passamos um tempo em uma fazenda. Vivámos cercados por muitos rios, pássaros, animais selvagens de varies espécies, uma floresta linda e eu adorava aquele lugar. Aos meus 6 anos minha mãe foi embora, nos deixando na cidade de Bom Jardim, interior do estado do Maranhão. Quando completei 8 anos, meu pai faleceu. Senti-me órfão, mas minha avó querida e outros familiares paternos cuidaram de mim, embora sem incentivo algum para o mundo das artes.

Mas desde os 7 anos de idade comecei a ter um grande interesse por desenhos. Sozinho, eles me confortavam, me traziam momentos felizes. Toda vez que eu via uma estrela riscar o céu, eu logo pedia: Quero e ainda vou ser um grande artista!!! E assim por muitas vezes isso me trazia esperança, pois eu era uma criança muito triste.

Eu pintava em cartolinas, tecidos, papel em geral, sempre material simples. Aos 18 anos fui para Imperatriz (cidade com 300 mil habitantes) morar com minha mãe, na esperança e de que lá poderiam surgir oportunidades.

 

2- Do interior do Maranhão para Uberaba, conte brevemente sua trajetória.

Passado um tempo fui me aperfeiçoando na pintura, na Escola de arte da Sra. Penha Cimadon, onde fazia muitos trabalhos de pintura em tecido e desenhos. Nesse tempo eu conheci a Sra. Maria Alice Franco Assunção (a Licinha) que era de Uberaba e morava há alguns anos em Imperatriz. Decoradora, ela fazia belos trabalhos e promovia boas exposições coletivas. Me passou muitas informações e muito incentivo. Foui uma das primeiras pessoas a valorizar o meu trabalho. Em 1993 comecei a pintar com tinta a óleo. Em 1997 Licinha e sua família voltaram a residir em Uberaba e daí surgiu o convite para eu vir passara uma temporada aqui.

 

Reginaldo Pereira

 

3 – O que o fez optar pelo tropicalismo onde estilo?

Eu sempre gostei de plantas, flores, arvores frutíferas… tudo isso em abundância. No decorrer da minha infância, e agora há pouco tempo surgiu esse tema forte na decoração… Unindo tudo isso e o meu bem estar, minha paz – que foi tão difícil de conquistar –  passei a ter o meu estilo de trabalhar com as cores básicas. Fui criando uma harmonia, um equilíbrio e respeito de uma cor com a outra. Eu falo que minha tela é uma família.

O amarelo, vermelho, azul, preto e branco… e dessa forma essas cores me dão a possibilidade e expor todo esses valores, como a floresta, que vive sempre em harmonia e equilíbrio… Expresso a natureza desta forma, com muito amor, paz, respeito, compreensão e coragem. Tudo o que eu não tive antes, pela falta dos meus pais.

Muitas vezes quando estou trabalhando sinto que as tintas e a própria tela ficam impregnadas com o cheiro das bananeiras e das folhas; sinto o surgimento de uma sensação única, algo que eu ainda não o compreendo. Mas me envolvo numa atmosfera de felicidade plena por pintar cada tela e seus valores, com vida, com alma.

 

4 РQuais as exposi̵̤es mais importantes das quais voc̻ participou?

 

. A primeira exposição coletiva foi em Imperatriz. A Licinha me deu a oportunidade de expor 4 telas;

. Em 2010 no FESTIN, Festival de Cinema da Língua Portuguesa. No cinema São       Jorge, Lisboa, Portugal;

. No Evento Miss Brasil Portugal, no Casino de Estoril. Em Estoril, Portugal;

. Exposição na casa do Alentejo (Palácio Alverca) Lisboa Portugal;

. Em janeiro de 2015, Exposição em formato de vídeo, na 9ª edição o VAC, Verão Arte  Niemeyer,  Contemporânea, Museu tema Tropical, Belo  Horizonte Minas Gerais;

. Em 2017 Exposição de telas e móveis, loja Acierno, em Pinheiros;

. Exposição no Studio Bergamin, Santa Cecilia São Paulo.

 

 

5 – Que trabalhos mais te emocionaram?

Todo os que faço quando saio do estúdio e que envolvem outras pessoas. Eu vou até o local para fazer a pintura. Esse da loja Acierno, eu precisei ficar 11 dias em São Paulo pintando os móveis para a exposição. Outro, foi umacasa de praia estilo colonial, lugar paradisíaco em Ilhabela. Passei uma semana fazendo o trabalho com a decoradora e no final o Sr. Marcos dono da casa, depois de tantos elogios pela pintura… ficou sem palavras. Fiquei emocionado.

 

6 РQual o seu p̼blico alvo?

Meu trabalho não tem um público especifico. O que compreendi é que o resultado dessas cores com as quais trabalho causam uma sensação de bem estar. Eu sei que é muito agradável a gente ver algo bonito, que enche o ambiente de cores, vida, que acrescenta na decoração. Assim fui optando por telas de grandes formados, para trazer esse tropical de forma mais natural. Muitas pessoas já me falaram que minhas telas passam muita paz, m os olhos e acalmam a alma. Isso me deixa feliz.

A pintura é natural e simples pra mim. Meu foco é forma como as cores e o pincel movimentam na tela e não o retorno financeiro. Apenas sinto o desejo de pintar a tela e mostrar o meu trabalho por todo o mundo.

 

7 РAinda hoje, qual a sua principal fonte de inspira̤̣o?

Minha inspiração é sempre a felicidade! Assim: todo o meu olhar é puro e, tudo se revela… os movimentos das folhas longas, o contrastes de uma planta para outra, tudo o que tem beleza se mostra aos meus olhos…tudo se apresenta naturalmente, assim a minha obra tem vida.

 

8 – Como se sente expondo no Exterior?

É uma sensação de conquista do que já foi, um dia, um pequeno desejo: um olhar para uma estrela que risca o céu. Que o sonho do pequenino Regis pôde fazer…

Em minha vida tudo foi surgindo, as oportunidades através das pessoas que vêem algo especial em meus quadros. É como se esses pessoas tivessem o “dever” de fazer algo por mim, algo especial. Essa exposição em Bruxelas foi assim. Uma senhora de Brasília comprou uma tela e, logo mudou-se para Bruxelas. Ela teve o interesse de apresentar o meu trabalho por lá e organizou tudo. Vou ficar 35 dias na Europa, 7 na casa desta senhora.

 

9 – O que pretende daqui pra frente?

Sou uma pessoa muito feliz, grato…Sinto que tem algo muito especial em meu trabalho. Vem surgindo outra fase, outro público, e sou livre para ir ao encontro daquilo que eu acredito. Meu sonho é morar na Europa, no litoral, em uma cidade pequena.

 

 

Publicado em 19/02/18

Até mesmo no fim de semana Michel Temer trabalhou em pról de melhorar a própria imagem junto à população. Há dias ele vem se encontrando com seus principais conselheiros e assessores na tentativa de conseguir a melhor estratégia de comunicação para capitalizar politicamente e usar a intervenção no Rio, decretada na última sexta-feira.

Até agora seus principais interlocutores, o marqueteiro Elsinho Mouco e o cientista político e especialista em marketing Antonio Lavareda sopram no ouvido de Temer que  explorar o tema da violência para tentar diminuir o desgaste do seu governo – que tem altos índices de impopularidade – é a grande sacada.

Será que cola?

Foto Reprodução/O Globo

Publicado em 19/02/18
Decada de 60. Em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer). Esta é a sinopse geral do filme “A Forma da Água”,  felizmente em exibição nos cinemas da cidade.
Forte concorrente ao Oscar de Melhor Filme, É mesmo um conto de fadas erótico do diretor Guilhermo del Toro, um aficcionado por cinema de monstros e que  construiu a sua carreira em cima disso. Sua paixão por criaturas foi o que fez seu nome e lhe deu status em Hollywood, permeando todos os seus filmes, inclusive os mais sérios, que possuem algo a dizer além dos seres míticos.
Publicado em 16/02/18
em: Social

Dinâmica e admirada Edna Idaló – incansável diretora do Asilo Santo – foi abraçada pelas amigas pelo seu niver no último dia 15. Delícias à mesa e os melhores bate-papos na tarde de brindes.

Edna com suas irmãs Marise e Denise e os amigos do grupo São Geraldo

Publicado em 16/02/18

Publicado em 16/02/18

Guerreiras 2018 – Foto Francis Prado

 

A ideia de criar o grupo Doze Guerreiras, que prepara-se para ser uma ONG, surgiu depois que as empresárias Ana Paula Rodrigues e Viviane Quirino estamparam o Calendário Atma 2015. Elas foram tocadas pela iniciativa e quiseram propiciar a mesma emoção a outras mulheres que já venceram o câncer ou ainda estão em tratamento. Criaram o grupo e buscaram profissionais voluntários, apoiadores e patrocinadores para seguir com a ideia do Calendário idealizado pelas arquitetas Ale Rôso, Elisa Araújo e Jacqueline Potenza.

Calendário conta com o patrocínio da Unimed Uberaba e, também, com o trabalho dos profissionais voluntários Francis Prado (fotógrafa), Rose Dutra (jornalista) e Gio Mota (designer). Ele foi lançado no dia 17 de janeiro deste ano, com renda destinada para a Vencer Uberaba. As fotos do calendário estarão em exposição no Shopping Uberaba, com abertura marcada para o dia 5 de março, no mall, onde permanecerá até o dia 18, no Mês da Mulher. Desta vez, o Calendário traz 13 guerreiras, porque no mês de maio estão mãe e filha que superaram a mesma dor.

O calendário pode ser adquirido por apenas R$ 20 na Vencer (rua Governador Valadares, 629), no MZC (rua Goiás, 1031), na Malícia Modas (rua Artur Machado, 746) e nas unidades da Vovó Tuta.

Claudia Moutran é a guerreira de fevereiro no Calendário em
prol da Vencer – Foto Francis Prado

 

Saiba mais: www.rosedutra.blogspot.com.br

Publicado em 16/02/18

O paleoartista Rodolfo Nogueira, que é de Uberaba, acaba de lançar em São Paulo, o livro “O Brasil dos Dinossauros” e fará sessão de autógrafos no Shopping Uberaba, neste sábado,  27, às 15h.  O livro  traz um estudioso brasileiro no assunto, o professor Luiz Eduardo Anelli, que mapeia o caminho, desde o nascimento das primeiras linhagens ancestrais desses que são as grandes estrelas da pré-história, até sua extinção há 66 milhões de anos. Rodolfo Nogueira desenhou 25 das 40 espécies nomeadas no país para esta edição que encanta e emociona à primeira folheada.

 

Desenhos feitos pelo computador por Rodolfo Nogueira

Um dos gênios da paleoarte nacional, Nogueira usa a lente da ciência para gerar, através da técnica do desenho digital, imagens há muito escondidas no interior das rochas. O livro é de leitura fácil e instigante, que reúne diferentes gerações para conhecer a história e as paisagens que os dinossauros brasileiros vivenciaram. A obra é resultado de cinco anos de estudos e desenvolvimento de incríveis ilustrações.

Professor Luiz Eduardo e Rodolfo Nogueira no lançamento em São Paulo – Rodolfo fará sessão de autógrafos no Shopping Uberaba dia 27, às 15 horas

O Uberabatitan ribeiroi, uma das mais importantes descobertas do centro de pesquisas paleontológicos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), está entre os retratados no livro. Foi descoberto em Uberaba em 2004 e teve 198 fósseis descritos. A

Nas 132 páginas, há 25 das 40 espécies nomeadas no Brasil até o momento, e muitas outras de seus entornos – que em 2018 serão convertidas em megaexposição na OCA, no Parque do Ibirapuera, com projeto expográfico de Daniela Thomas.

Leia mais: www.rosedutra.blogspot.com.br

uberabatitan-ribeiroi-amanhecer-dos-titans-rodolfo-nogueira

Publicado em 16/02/18

Artista nata, a decoradora Cecilinha Cecílio – recordista de seguidores nas redes sociais – inaugura nova Categoria aqui no nosso Blog. A partir de hoje – com atualizações semanais, nossos leitores poderão saber tudo sobre Bem Receber. Além de graduada pela Escola Panamericana e pela Espade (Escola Paulista de Arte e Decoração), Cecilia traz esta arte no seu DNA, pratica e conversa sobre o tema com a maior intimidade. Seja benvinda!

 

Publicado em 14/02/18
em: Viagem

No Líbano, Jubayl, uma pequena cidade à beira-mar, ao norte de Beirute (meia hora de carro) é um daqueles locais do Mediterrâneo tão atraentes culturalmente que os achados arqueológicos se assemelham a um mille-feuille. Nos primórdios foi habitada por pescadores que moravam em minúsculas cabanas. Mais tarde a cidade floresceu como uma porta comercial, fornecendo aos faraós egípcios cedro e papéis de papiro em troca de artefatos de alabastro. Durante séculos foi o centro da cultura fenícia. Assírios, babilônios e persas conquistaram a cidade em vários momentos, mas em 333 b.c. os cidadãos se renderam a Alexandre O Grande. Então vieram Roma, Byzantium, diversas Cruzadas, o Império Otomano e o francês colonial… Os arqueólogos acreditam que a cidade de Jubayl, conhecida historicamente como Byblos, foi habitada continuamente por sete mil anos.

Em todo esse tempo, poucos residentes provavelmente apreciaram o luxo discreto encontrado na casa de Michel Charriere e Joseph Achkar, designers e colecionadores de antiguidades que, há seis anos, voltaram sua atenção para repaginar uma casa abandonada que era um assento do governador durante o império Otomano.

“Nós não renovamos isso”, diz Achkar enquanto aprecia o final da tarde em um terraço com vista para a cidade e para o mar. “Nós acabamos de restaurá-lo para manter a poesia e dar a impressão de que ela estava fechada desde o século XVII”. Nada tinha sido renovado desde o final do século XIX, e durante décadas o seu único residente tinha sido recluso. “Um eremita morava aqui, e ninguém mais havia visto o interior por quarenta ou cinquenta anos”, explica Achkar. “Este foi um milagre para nós. Você sabe como, quando algumas pessoas restauram uma casa antiga, elas são completamente modernas, não queremos isso”.

Esta cápsula do tempo otomano tornou-se o ponto de partida para a repaginação respeitosa e de baixo impacto de Charriere e Achkar. O coração da casa é um salão central cruciforme no nível principal levantado. O seu ponto de passagem é dominado por uma pequena bacia de mármore, uma de várias originais para a casa. As cadeiras laterais egípcias do século XIX flanqueiam a porta para uma galeria. No verão, os painéis de filigrana podem ser removidos das janelas.

Em uma sala de estar com seis janelas e vistas do horizonte, no canto sudoeste da casa, os retratos de trompe l’oeil afrescos de triunfos militares otomanos, do Egito aos Dardanelos. Os quartos segregados para mulheres ainda podem ser encontrados no nível de sótão ainda não-renovado. Um labirinto de escadas secretas permitia um comércio discreto entre os andares.

 

Charriere e Achkar instalaram a câmara do governador, no nível principal, com uma elaborada cama de dossel que foi feita em 1830 para o casamento de um príncipe javanês. A cama, que foi projetada para entreter tanto quanto para dormir, é intrincada esculpida com frutas e peixe e pelo menos um dragão serpentino.

No andar de baixo, nos arcos ásperos da fundação, encontra-se a cozinha pavimentada e a longa abóbada dos antigos estábulos. Ambos são usados ​​para sala de jantar, como determina a temporada. De acordo com as tradições que prevaleceram no momento em que a casa foi construída, as refeições ocorrem onde quer que o capricho e o tempo convergem: na cozinha em uma noite de inverno úmida, no salão central de mármore e em mármore quente nos dias quentes de verão, em um menor pátio nivelado na primavera. Esse pátio, que abriga uma fonte de era romana e oliveiras antigas, corre atrás de uma parede que sugere outras ruínas mais antigas da propriedade, dominadas por jacarandás e palmeiras.

No jardim, de olho nos papiros da história de Jubayl, nas camadas de achados não descobertos que ainda podem ser os tesouros de algum futuro, parece que o governador otomano – ou pelo menos o eremita providencial – ainda podem ter suas presenças “sentidas” na residência.

 

Publicado em 14/02/18
em: Viagem

Após voo direto para Dubai  a grande turma de amigos uberabenses está em cruzeiro num elegante transatlântico, navegando pelos mares do Golfo Pérsico. Decorado com muito bom gosto com grandes balcões panorâmicos, ampla área de serviço de buffet, cabines espaçosas com ou sem varandas, proporcionando um ambiente elegante, confortável e informal. Fantasia transformada em realidade. Litoral de águas muito azuis, arquitetura milenar em contraponto com megaprojetos futuristas, mais todos os sabores e aromas das arábias…

Quem está lá? Confira nas imagens

Rosângela Espírito Santo e Lélia Bruno

 

Toda a turma, incluindo, entre outros, Ivone Hélio Massa, Décio Scandiuzzi e Lúcia, Tania e João Abrão, Sumaya e Vander Figueiredo, Florença e André Barsan…

 

Filomena Oliveira, Silvania Pinti e Lídia Prata

Rose Paolinelli e Lélia Bruno

 

Publicado em 14/02/18
SOBRE MIM

Sou Virginia Abdalla, jornalista há mais de trinta anos. Ao longo desse tempo, assinei coluna social autoral, nos diários Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba, trabalhando com conteúdo ético e abrangente. Espaço aberto para reportagens sociais e voltado também para comportamento, lifestyle, moda, cultura, gastronomia, ciências e tendências. Editei cadernos especiais de jornais e revistas, comandei programa de entrevistas em TV local e integro o quadro de colaboradores da publicação JM Magazine,  sempre procurando destacar pessoas pelo seu talento e fatos pela sua importância transformadora.
 Este é o foco do meu trabalho jornalístico, em prospecção para este Blog, on line desde 2012 - um novo e necessário caminho para fincar os pés no presente e tecnológico universo.
Sou graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Santo Thomaz de Aquino - com especializações no setor - e pós-graduada em Educação Latu Sensu pela Universidade de São Carlos. Empresária, mãe, avó, filha e mulher que eventualmente se permite expressar através de produções de arte sustentável.

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