Jorge Alberto Nabut com os m√ļsicos Risa Adachi (pianista japonesa) e Matias e Oliveira Pinto (violoncelista), ambos radicados na Alemanha

O¬†Udi Cello Ensemble, sob a lideran√ßa de Kayami Satomi, trouxe as cores e timbres do Brasil expostos atrav√©s da voz do violoncelo, como pouco j√° se viu e ouviu. As melodias das ruas brasileiras, dos folguedos, das cordas de um viol√£o, os ritmos dos batuques das tribos, sons da mata, do Norte e do Sul.¬† √Č o imagin√°rio brasileiro correndo nas veias deste instrumento importado da cultura europ√©ia dan√ßando com um t√≠pico swing nato brasileiro. Quem foi adorou.
E  na sexta-feira, às 20 horas, acontece o encerramento oficial das atividades da II Violoncelada Peirópolis..

Com certeza esse √© o concerto mais especial da programa√ß√£o! L√° todos os alunos e professores se juntam para fazer m√ļsica e o som dos¬†violoncelos inundam Peir√≥polis deixando o parque com aquele clima todo especial e aconchegante que a gente s√≥ costuma ver nos filmes!

LOCAL: Gramado do Museu de Peirópolis
CLASSIFICAÇÃO: Livre
Leve sua toalha de chão, cesta de pique-nique e aproveite com sua família e amigo!

ENTRADA FRANCA

Publicado em 18/10/18

Noam Chomsky √© um dos intelectuais mais respeitados do mundo. Este pensador americano foi considerado o mais importante da era contempor√Ęnea pelo The New York Times. Uma de suas principais contribui√ß√Ķes √© ter proposto e analisado as estrat√©gias de manipula√ß√£o de massa que existem no mundo hoje.

Noam Chomsky ficou conhecido como ling√ľista, mas tamb√©m √© fil√≥sofo e cientista pol√≠tico. Ao mesmo tempo, ele se tornou um dos principais ativistas das causas libert√°rias. Seus escritos circularam pelo mundo e n√£o param de surpreender os leitores.

Chomsky elaborou um texto did√°tico no qual ele sintetiza as estrat√©gias de manipula√ß√£o maci√ßa. Suas reflex√Ķes sobre isso s√£o profundas e complexas. No entanto, para fins did√°ticos, ele resumiu tudo em princ√≠pios simples e acess√≠veis a todos. Confira a seguir.

1. A distração das estratégias de manipulação maciça

Segundo Chomsky, a mais recorrente das estrat√©gias de manipula√ß√£o massiva √© a distra√ß√£o. Consiste basicamente em direcionar a aten√ß√£o do p√ļblico para t√≥picos irrelevantes ou banais. Desta forma, eles mant√™m as mentes das pessoas ocupadas. Para distrair as pessoas, abarrotam-lhes de informa√ß√Ķes. Muita import√Ęncia √© dada, por exemplo, a eventos esportivos. Tamb√©m ao show, √†s curiosidades, etc. Isso faz com que as pessoas percam de vista quais s√£o seus reais problemas.

2. Problema-reação-solução

√Äs vezes o poder, deliberadamente, deixa de assistir ou assiste de forma deficiente certas realidades. Eles fazem dessa vis√£o dos cidad√£os um problema que exige uma solu√ß√£o externa. E prop√Ķem a solu√ß√£o eles mesmos. Essa √© uma das estrat√©gias de manipula√ß√£o em massa para tomar decis√Ķes que s√£o impopulares. Por exemplo, quando eles querem privatizar uma empresa p√ļblica, intencionalmente diminuem sua produtividade. No final, isso justifica a venda.

3. Gradualidade

Esta é outra das estratégias de manipulação maciça para introduzir medidas que normalmente as pessoas não aceitariam. Consiste em aplicá-las pouco a pouco, de forma que sejam praticamente imperceptíveis.Foi o que aconteceu, por exemplo, com a redução dos direitos trabalhistas. Em diferentes sociedades têm implementado medidas, ou formas de trabalho, que acabam fazendo com que o trabalhador não tenha garantia de segurança social normal.

4. Adiar

Esta estrat√©gia consiste em fazer com que os cidad√£os pensem que est√£o tomando uma medida que temporariamente √© prejudicial, mas que no futuro pode trazer grandes benef√≠cios para toda a sociedade e, claro, para os indiv√≠duos. O objetivo √© que as pessoas se acostumem com a medida e n√£o a rejeitem, pensando no suposto bem que trar√° amanh√£. No momento, o efeito da ‚Äúnormaliza√ß√£o‚ÄĚ j√° operou e as pessoas n√£o protestam porque os benef√≠cios prometidos n√£o chegam.

5. Infantilizar o p√ļblico

Muitas das mensagens televisivas, especialmente publicidade, tendem a falar ao p√ļblico como se fossem crian√ßas. Eles usam gestos, palavras e atitudes que s√£o conciliadoras e impregnadas com uma certa aura de ingenuidade. O objetivo √© superar as resist√™ncias das pessoas. √Č uma das estrat√©gias de manipula√ß√£o massiva que busca neutralizar o senso cr√≠tico das pessoas. Os pol√≠ticos tamb√©m empregam essas t√°ticas, √†s vezes se mostrando como figuras paternas.

6. Apelar para as emo√ß√Ķes

As mensagens que s√£o projetadas a partir do poder n√£o t√™m como objetivo a mente reflexiva das pessoas. O que eles procuram principalmente √© gerar emo√ß√Ķes e atingir o inconsciente dos indiv√≠duos. Por isso, muitas dessas mensagens s√£o cheias de emo√ß√£o. O objetivo disso √© criar uma esp√©cie de ‚Äúcurto-circuito‚ÄĚ com a √°rea mais racional das pessoas. Com emo√ß√Ķes, o conte√ļdo geral da mensagem √© capturado, n√£o seus elementos espec√≠ficos. Desta forma, a capacidade cr√≠tica √© neutralizada.

7. Criar p√ļblicos ignorantes

Manter as pessoas na ignor√Ęncia √© um dos prop√≥sitos do poder. Ignor√Ęncia significa n√£o dar √†s pessoas as ferramentas para que possam analisar a realidade por si mesmas. Diga-lhe os dados aned√≥ticos, mas n√£o deixe que ele conhe√ßa as estruturas internas dos fatos. Manter-se na ignor√Ęncia tamb√©m n√£o dar √™nfase √† educa√ß√£o. Promover uma ampla lacuna entre a qualidade da educa√ß√£o privada e a educa√ß√£o p√ļblica. Adormecer a curiosidade de conhecimento e d√° pouco valor aos produtos de intelig√™ncia.

8. Promover p√ļblicos complacentes

A maioria das modas e tend√™ncias n√£o s√£o criadas espontaneamente. Quase sempre s√£o induzidas e promovidas de um centro de poder que exerce sua influ√™ncia para criar ondas massivas de gostos, interesses ou opini√Ķes. A m√≠dia geralmente promove certas modas e tend√™ncias, a maioria delas em torno de estilos de vida tolos, sup√©rfluos ou mesmo rid√≠culos. Eles convencem as pessoas de que se comportar assim √© ‚Äúo que est√° na moda‚ÄĚ.

9. Reforço da auto-censura

Outra estratégia de manipulação em massa é fazer as pessoas acreditarem que elas, e somente elas, são as culpadas de seus problemas. Qualquer coisa negativa que aconteça a eles, depende apenas delas mesmas. Desta forma,  fazem-lhes acreditar que o ambiente é perfeito e que, se ocorrer uma falha, é responsabilidade do indivíduo. Portanto, as pessoas acabam tentando se encaixar em seu ambiente e se sentindo culpadas por não conseguir. Elas deslocam a indignação que o sistema poderia causar, para uma culpa permanente por si mesmos.

10. Conhecimento profundo do ser humano

Durante as √ļltimas d√©cadas, a ci√™ncia conseguiu coletar uma quantidade impressionante de conhecimento sobre a biologia e a psicologia dos seres humanos. No entanto, todo esse patrim√īnio n√£o est√° dispon√≠vel para a maioria das pessoas. Apenas uma quantidade m√≠nima de informa√ß√Ķes est√° dispon√≠vel ao p√ļblico. Enquanto isso, as elites t√™m todo esse conhecimento e usam-no conforme sua conveni√™ncia. Mais uma vez, fica claro que a ignor√Ęncia facilita a a√ß√£o do poder sobre a sociedade.

Todas essas estratégias de manipulação em massa visam manter o mundo como ele é mais poderoso. Bloqueie a capacidade crítica e a autonomia da maioria das pessoas. No entanto, depende também de nos deixarmos ser passivamente manipulados, ou oferecer resistência tanto quanto possível.

Publicado em 05/07/18
¬†O Sal√°rio n√£o √© a principal fonte de insatisfa√ß√£o dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remunera√ß√£o condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organiza√ß√Ķes. Ser mais uma pe√ßa da engrenagem √© um fardo nos tempos atuais, defende o fil√≥sofo M√°rio S√©rgio Cortella.

Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotiva√ß√£o √© a aus√™ncia de reconhecimento. E ela manifesta-se de v√°rias formas: do chefe injusto √† falta de valoriza√ß√£o em cada projeto e tarefa. N√£o √© uma quest√£o puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de ‚Äúdar a energia vital ao funcion√°rio para continuar fazendo e seguindo em frente‚ÄĚ.

√Č principalmente evitar a mensagem de que ‚Äún√£o ser mandado embora j√° √© um elogio‚ÄĚ ou que ‚Äúo sil√™ncio √© a melhor maneira de dizer que est√° tudo em ordem‚ÄĚ.

Em seu novo livro, M√°rio S√©rgio Cortella fala sobre reconhecimento e de outras quest√Ķes que considera inerentes √† insatisfa√ß√£o de muitas pessoas hoje em rela√ß√£o ao pr√≥prio emprego. Em ‚ÄúPor Que Fazemos O Que Fazemos‚ÄĚ [Editora Planeta], o professor reflete sobre pr√≥posito e por que as pessoas almejam empregos que conciliam uma satisfa√ß√£o pessoal e a certeza de n√£o realizar um esfor√ßo ‚Äúin√ļtil‚ÄĚ dentro da sociedade. Este tipo de afli√ß√£o ganha maior evid√™ncia com a gera√ß√£o millennial que passou a almejar um ‚Äúprojeto de vida que n√£o soe como conformado‚ÄĚ, ou seja, do trabalho pelo trabalho.

√Č sonhar com o trabalho grandioso, com uma rotina que n√£o seja mon√≥tona, com um ‚Äėprojeto que fa√ßa a diferen√ßa‚Äô. Por outro lado, √© uma gera√ß√£o tamb√©m que chega ‚Äď em parte ‚Äď com pouca disciplina, que tem ambi√ß√£o e pressa, que v√™ seus desejos como direitos ‚Äď e ignora os deveres.

Todas essas afli√ß√Ķes corporativas t√™m moldado a forma de atuar das empresas e das pessoas na hora de se associarem a um emprego. Em momentos de crise econ√īmica, elas ganham um n√≠vel de contesta√ß√£o ainda maior. Em entrevista √† √Čpoca Neg√≥cios, Cortella comenta esses dilemas e mudan√ßas, os ‚Äúsen√Ķes‚ÄĚ de se fazer o que se ama e por que h√° uma ‚Äúobsess√£o enorme por uma ideia de felicidade que n√£o existe‚ÄĚ: o RECONHECIMENTO.

Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém

As pessoas n√£o querem mais somente um sal√°rio mais alto, querem acreditar que fazem algo importante, autoral. Por que a necessidade de ter prop√≥sito ganhou maior relev√Ęncia? √Č uma quest√£o geracional?

Ela √© mais densa e angustiante na nova gera√ß√£o que enxerga muitas vezes na gera√ß√£o anterior, que a criou, certa estafa em rela√ß√£o ao prop√≥sito. √Č muito comum que jovens e crian√ßas enxerguem hoje nos pais algum cansa√ßo e at√© tristeza naquilo que fazem. O pai e m√£e dizem ‚Äúeu trabalho para sustentar, esse √© meu trabalho‚ÄĚ. H√° uma grande conformidade. E essa conformidade de certa forma acabou marcando uma nova gera√ß√£o, a millennial, que traz a√≠ a necessidade de ter algum projeto de vida.

Eles n√£o querem repetir um modelo que, embora esfor√ßado, dedicado e valoroso soa, de certa maneira, como conformado. Hoje h√° uma afli√ß√£o muito grande na nova gera√ß√£o de maneira que se traduz numa express√£o comum: ‚Äúeu quero fazer alguma coisa que me torne importante e que eu goste‚ÄĚ. A gera√ß√£o anterior tinha um pouco essa preocupa√ß√£o, mas deixou um tanto de lado por conta da necessidade.

Quando o sr. se refere à geração Y, aos millennials, está considerando um recorte ou o todo?

Claro que temos recortes. Não estou falando de quem está atrelado ao reino da necessidade, que precisa trabalhar sem discussão porque precisa sobreviver. Esta é uma questão de outra natureza. O termo millennial que eu adoto, como muitos, é aquele que cunharam para quem nasceu a partir dos anos 1990. E essa geração tem recortes mais diretos em relação à camada social.

Evidentemente se voc√™ considerar aqueles que s√£o escolarizados, t√™m boa condi√ß√£o de vida e que est√£o acima da classifica√ß√£o oficial da classe D, essa gera√ß√£o tem mais possibilidade de escolha √† medida que a sobreviv√™ncia imediata n√£o √© uma quest√£o. Ela pode viver at√© mais tempo com os pais e ser por eles sustentada. Isso vem acontecendo. J√° integrantes das classes D e E t√™m mais dificuldade ‚Äď uma parcela √†s vezes encontra sobreviv√™ncia na transgress√£o, no crime de outra natureza e outros encontram aquilo que √© o trabalho suplicial que o dia a dia coloca sem escolhas.

Como o senhor diz no seu livro at√© para ser mochileiro, voc√™ precisa ser livre de uma s√©rie de restri√ß√Ķes‚Ķ

Sim, voc√™ precisa dominar outro idioma, saber se virar. H√° uma diferen√ßa entre um filho meu, de camada m√©dia, com uma mochila nas costas andando pela rua em rela√ß√£o ao modo que ele se conduz, √† maneira como ele se dirige √†s pessoas do que ele ser, por exemplo, um andarilho. Uma pessoa pode at√© ser mochileira, mas ela j√° tem condi√ß√Ķes pr√©vias que a tornam uma mochileira com menos transtornos do que como seria de outro modo.

O senhor diz frequentemente que, para fazer o que se gosta, é preciso fazer uma série de coisas das quais não se gosta. Esse entendimento provém de uma educação na empresa, da família ou escola?

√Č uma quest√£o de forma√ß√£o familiar. Hoje h√° uma nova gera√ß√£o que, especialmente nas classes A, B e C, cresceu com facilita√ß√Ķes da vida. Hoje a gente at√© fala em ‚Äúadolesc√™ncia estendida‚ÄĚ que vai at√© aos 30 anos e n√£o necessariamente at√© os 18 anos. S√£o as pessoas que continuam vivendo com os pais, sob sustenta√ß√£o.

Isso acabou levando tamb√©m a uma condi√ß√£o, que uma parcela dos jovens entende que ‚Äúdesejos s√£o direitos‚ÄĚ, que v√£o obter aquilo porque √© desejo deles e um outro vai providenciar. Cria-se assim a perspectiva equivocada de que as coisas podem ser obtidas sem esfor√ßo. Mas sabe, eu lembro sempre, trabalhar d√° trabalho. Como costumo dizer: ‚Äús√≥ mundo de poeta que n√£o tem pernilongo‚ÄĚ. √Č √≥bvio que isso n√£o anula a riqueza que essa nova gera√ß√£o tem de criatividade, expansividade, de receptividade em rela√ß√£o a v√°rios modos de ser. Uma gera√ß√£o mentalmente rica, mas que precisa de um disciplinamento ‚Äď que n√£o √© torturante, mas pedag√≥gico ‚Äď e que come√ßa na fam√≠lia e vai encontrando abrigo na empresa.

Essas estruturas s√£o importantes para que essa energia vital n√£o se dissipe. √Č preciso organizar essa energia de modo que n√£o se perca com inconst√Ęncias, para ser algo que possa de fato gerar benef√≠cio para o indiv√≠duo e para a comunidade dele.

As empresas ainda n√£o sabem lidar, de forma geral, com a energia desses jovens?

N√£o, elas ainda est√£o come√ßando a aprender. H√° algumas que j√° possuem uma certa intelig√™ncia estrat√©gica e est√£o se preparando e preparando seus gestores para que acolham essa nova gera√ß√£o como um patrim√īnio e n√£o como um encargo. Porque quando voc√™ acolhe a nova gera√ß√£o como um encargo, em vez dela ser ‚Äúsangue novo‚ÄĚ, ela se torna algo que √© perturbador. E √© claro que n√£o √© s√≥ o jovem que tem de se preparar para essa condi√ß√£o. √Č necess√°rio que a pessoa que a receba seja acolhedora, mas que tamb√©m se coloque em uma postura de humildade pedag√≥gica. Que ela saiba que vai aprender muito com algu√©m que chega com novas habilidades que a gera√ß√£o anterior n√£o tem. Lidar nos dois polos de maneira que equipes multigeracionais ganhem pot√™ncia em vez de entrarem em situa√ß√£o de digladio ou confronto.

Nesses dois polos, os profissionais mais seniores ficam inseguros com receio de que seu papel n√£o seja mais relevante nas organiza√ß√Ķes. Como eles podem lidar com esse novo cen√°rio?

Eu só conseguirei ter essa percepção de que estou ficando para trás se eu deixar de lançar mão daqueles que chegam com coisas que eu ainda não conheço. E aí eu não vou ter só a percepção, eu vou ficar mesmo para trás. A gente aprende muito com quem chega, mas a gente também tem o que ensinar. Tem dois princípios que precisamos implantar: 1) quem sabe, reparte 2) quem não sabe, procura. Se eu formar seniores e juniores nesses dois princípios, de um lado vai ter generosidade mental e de outro a humildade intelectual.

Essas duas trilhas virtuosas serão decisivas para que a gente construa maior potência no que precisa ser feito.

Com todos esses dilemas e mudanças, a ambição é necessária? Uma pessoa ambiciosa é boa ou perigosa para a empresa?

A pessoa ambiciosa √© aquela que quer ser mais e melhor. √Č diferente de uma pessoa gananciosa, que quer tudo s√≥ para si a qualquer custo. Uma parte do apodrecimento que nosso pa√≠s vive no campo da √©tica hoje se deve mais √† gan√Ęncia do que √† ambi√ß√£o. Eu quero um jovem ambicioso. Eu, Cortella, sou ambicioso. Quero mais e melhor. Mais e melhor conhecimento, mais e melhor sa√ļde. Mas n√£o quero s√≥ para mim e a qualquer custo. A gan√Ęncia √© a desordem da ambi√ß√£o. √Č quando voc√™ entra no dist√ļrbio que √© eticamente fraturado. Por isso, √© necess√°rio que uma parte dos jovens seja ambiciosa. Um ou outro tem sim essa marca da gan√Ęncia caso ele seja criado em uma fam√≠lia, estrutura, comunidade, na qual a regra seja a pior de todas: ‚Äúfazemos qualquer neg√≥cio‚ÄĚ. E essa regra √© delet√©ria, √© mal√©vola aos neg√≥cios que, embora possam ser feitos, n√£o devem ser feitos.

A ambi√ß√£o √© necess√°ria, mas a gan√Ęncia tem que ser colocada fora do circuito.
E quando você junta ambição e pressa?

N√£o √© algo que traz bons resultados. Uma das coisas boas da vida n√£o √© ter pressa, √© ser veloz. Se voc√™ faz um trabalho apressadamente, voc√™ vai ter que fazer de novo. Quando eu vou consultar m√©dico, eu quero velocidade para chegar √† consulta, mas eu n√£o quero pressa na consulta. Velocidade resulta de per√≠cia, habilidade, de ser algu√©m que tem compet√™ncia no que faz. A pressa resulta da imper√≠cia. Por isso, o desenvolvimento da per√≠cia, habilidade, compet√™ncia permite que se fa√ßa algo velozmente. E se sou veloz, aquilo que resulta da minha ambi√ß√£o pode se transformar no meu √™xito. Se sou apenas um apressado, vou ter que lan√ßar m√£o de trilhas escusas para chegar ao mesmo objetivo ‚Äď e o nome disso √© Lava Jato.

O senhor aponta no livro que o maior descontentamento atual dos funcion√°rios nas empresas n√£o √© salarial, mas a falta de reconhecimento. Por que a quest√£o ganhou for√ßa nos √ļltimos anos?

Hoje h√° um anonimato muito forte na produ√ß√£o. Como a gente tem uma estrutura de trabalho em equipe muito grande, o trabalho em equipe quase leva √† anula√ß√£o do reconhecimento do indiv√≠duo. E isso significa que um trabalho em equipe n√£o prescinde da atua√ß√£o de cada pessoa. √Č necess√°rio que n√£o se gere anonimato. Eu insisto: reconhecimento n√£o √© s√≥ pecuni√°rio, financeiro, √© autoral. √Č necess√°rio que a empresa exalte, mostre quem colaborou com aquilo. √Ä medida que voc√™ tem reconhecimento, comemora√ß√£o, celebra√ß√£o, isso d√° energia vital para continuar fazendo. N√£o se entende aquilo como sendo apenas uma tarefa. O reconhecimento ultrapassa a ideia de tarefa. N√£o sei se seu pai fazia isso, mas chegava em casa com o boletim da escola, altas notas, e ele dizia: ‚Äún√£o fez mais que a obriga√ß√£o‚ÄĚ ‚Äď isto √© altamente desestimulador. √Č preciso reconhecer, dizer que √© bacana, comemorar. Aquilo que estimula a continuar naquela rota. Reconhecimento √© a principal forma de est√≠mulo que algu√©m pode ter.

No livro, o senhor tamb√©m cita a obsess√£o por ‚Äúuma tal ideia de felicidade‚ÄĚ que acaba levando as pessoas a viverem muito mais a expectativa do que a realiza√ß√£o. Por que isto ocorre?

A felicidade n√£o √© o lugar onde voc√™ chega. A felicidade √© uma circunst√Ęncia que voc√™ vivencia no seu dia a dia. N√£o tem ‚Äúa felicidade‚ÄĚ. Voc√™ tem circunst√Ęncias de felicidade, ocasi√Ķes, que quando v√™m √† tona n√£o devem ser deixadas de lado. Ningu√©m √© feliz o tempo todo ‚Äď isso seria uma forma de idiotia ‚Äď √† medida que a vida tem suas turbul√™ncias.
Mas quando ela vier, admita a felicidade. Colocar a felicidade só num ponto futuro, inatingível, isso é muito mais resultante de uma dificuldade de lidar com a questão do que concretamente uma busca efetiva. Por isso, sim, a felicidade é uma desejo porque o mundo tecnológico nos colocou em contato com tantas coisas, mas nos deu uma certa marca de solitariedade, de ficar solitário com relação àquilo que se tem, a uma ausência de contato muito forte.

Tudo √© muito virtual e isso acaba gerando desconforto interno, ang√ļstia nas pessoas. E a felicidade √© um nome que as pessoas d√£o para superar essa ang√ļstia.¬†O que √© felicidade para o sr?

√Č a que eu tenho na minha viv√™ncia. Quando percebo uma obra feita, uma aula bem dada, um abra√ßo sincero, afeto verdadeiro, conquista merecedora. S√£o meus momentos de felicidade. N√£o s√£o um lugar onde desejo chegar.

Publicado em 05/07/18

Espaço que traz o melhor do artesanato ficará de 3 de maio a 3 de junho no Shopping Uberaba


O Shopping Uberaba vai sediar a Loja Brasil Original para destacar a cultura mineira, que √© uma das mais ricas do pa√≠s e expor toda a diversidade do artesanato. Os clientes e visitantes poder√£o apreciar pe√ßas de 30 artes√£os de Uberaba e regi√£o que estar√£o expostas para comercializa√ß√£o para decora√ß√£o, utilidades e acess√≥rios de moda. √Č a primeira loja Brasil Original fora de uma capital brasileira, com inaugura√ß√£o marcada para esta quinta-feira, 3, √†s 18h30.¬†
O espaço é uma realização do Sebrae Minas em parceria com a Casa do Artesão de Uberaba como forma de divulgar e comercializar o artesanato regional, além de impulsionar os negócios neste segmento. A loja será administrada de forma colaborativa, em que os artesãos serão responsáveis pela venda das peças que são das mais diversas matérias-primas.
A loja re√ļne produtos da arte popular do estado, entre objetos de decora√ß√£o, utilit√°rios e acess√≥rios de artes√£os mineiros. Estar√£o em destaque, moda t√™xtil, pe√ßas decorativas, produtos em madeira, bonecos em tecido, acess√≥rios femininos, artigos religiosos, pe√ßas com material reciclado, e cer√Ęmica.
Será de 3 de maio a 3 de junho, com expediente de segunda a sábado, das 10h às 22h, aos domingos das 14h às 20h e aos feriados das 13h às 20h na loja ao lado do Espaço Cliente Unique com entrada gratuita. A realização é do Sebrae Minas.

A escolha do per√≠odo de funcionamento da loja tamb√©m foi estrat√©gica, uma vez que compreende a realiza√ß√£o da ExpoZebu e o Dia das M√£es. Duas datas importantes para o com√©rcio e que atraem n√£o apenas consumidores locais, como tamb√©m de outras cidades. Segundo a analista do Sebrae Minas, Andrea Marques Lima, levar um showroom com o artesanato regional para o ambiente de grande circula√ß√£o como o Shopping Uberaba √© uma forma de promover o conhecimento deste trabalho pela comunidade. ‚ÄúA loja conceito tempor√°ria permite aos artes√£os valorizar a originalidade das pe√ßas que ganham em valor agregado, qualidade e identidade‚ÄĚ, destaca a analista.



Saiba mais:
O projeto Brasil Original teve in√≠cio em 2012 como uma das a√ß√Ķes do Sebrae Nacional para estimular as vendas do artesanato nas 12 capitais sedes durante a realiza√ß√£o da Copa do Mundo. O resultado foi t√£o satisfat√≥rio que o projeto teve continuidade, sendo uma oportunidade de turistas e moradores comprarem com facilidade o artesanato mineiro. Em Belo Horizonte a primeira loja funcionou em 2013, no Boulevard Shopping. E espa√ßo em Uberaba ser√° a primeira loja fora da capital, uma forma de interiorizar a marca Brasil Original. A escolha se deve ao potencial da cidade revelado em a√ß√Ķes como o IV Encontro Mineiro de Neg√≥cios em Artesanato, em 2008, que foi at√© hoje o melhor resultado de rodadas, incluindo as de Belo Horizonte.

 



 
SERVIÇO
Loja Brasil Original ‚Äď Shopping Uberaba
Abertura: 3 de maio, às 18h30
Período de funcionamento: 3 de maio a 3 de junho
Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, aos domingos, das 14h às 20h, aos feriados, das 13h às 20h

Publicado em 02/05/18

“M√™s passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher.
Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.
E por falar em idade, l√° pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como n√£o me envergonho dela, respondi.
Foi um momento inesquec√≠vel…
A plat√©ia inteira fez um ‘oooohh’ de descr√©dito.
A√≠ fiquei pensando: ‘p√ī, estou neste audit√≥rio h√° quase uma hora exibindo minha intelig√™ncia, e a √ļnica coisa que provocou uma rea√ß√£o calorosa da mulherada foi o fato de eu n√£o aparentar a idade que tenho? Onde √© que n√≥s estamos?’

Onde n√£o sei, mas estamos correndo atr√°s de algo caqu√©tico chamado ‘juventude eterna’. Est√£o todos em busca da revers√£o do tempo.
Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.
Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.

A fonte da juventude chama-se “mudan√ßa”.

De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.
A √ļnica maneira de ser idoso sem envelhecer √© n√£o se opor a novos comportamentos, √© ter disposi√ß√£o para guinadas.
Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa?
Minha m√£e recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.
Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada h√° 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos.
Rejuvenesceu.

Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol.
Rejuvenesceu.

Toda mudança cobra um alto preço emocional.
Antes de se tomar uma decis√£o dif√≠cil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos s√£o in√ļmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.

Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.

Olhe-se no espelho…”

Lya Luft (foto/divulgação)

Leia mais: http://longevidade-silvia.blogspot.com/2010/02/idade-e-mudanca-por-lya-luft.html#ixzz5CxcdjrP2

Publicado em 17/04/18

Publicado em 16/04/18

Publicado em 13/04/18

O criador francês diz adeus aos 91 anos, e é por isso que mostramos em fotos a fabulosa vida e o trabalho do couturier de Audrey Hepburn

 Nada ao acaso

Hubert de Givenchy estudando o efeito do chapéu em um olhar que seria parte de seu primeiro desfile

 

Versatilidade pura

 Hubert de Givenchy projeta : três tops e três saias que podem ser trocados para criar nove roupas diferentes (fevereiro de 1952)

 

Um toque ‘arty’

A modelo Ivy Nicholson vestindo um desenho de Hubert De Givenchy (janeiro de 1952).

 

Vida entre ‘backstages’

O artista-artista francês Hubert de Givenchy aguardando nos bastidores durante a apresentação de sua proposta primavera-verão de 1952
Um gesto pessoal

Os punhos abotoados com babados bordados em preto eram um dos muitos tratamentos na manga.

 

Vogue 1953  

Modelo com design assinado por Givenchy Рchapéu vermelho e um cachecol de Jay Thorpe

 

Razão do filme 

Audrey Hepburn, atriz de origem belga (1929 Р1993), com um design de Hubert de Givenchy, sentada em uma cadeira dobrável entre tiros no set de filme Sabrina pelo diretor Billy Wilder

 

Vogue e Givenchy-Givenchy e Vogue

O modelo de Suzy Parker , de Givenchy, em uma imagem de 1953 da Vogue
Musa eterna

Aquele que era a eterna musa de Hubert, Audrey Hepburn, vestiu-se em Givenchy em um quadro do filme Sabrina

 

Amigos para sempre 

O designer francês com seu cão, um galgo afegão, em uma imagem de 1955.

 

 Os códigos da Casa Givenchy

Um modelo com uma criação original de Givenchy em 1955

 

¬†‘Strike a Pose’

Em 1956, Audrey Hepburn vestiu-se de branco e usava dançarinas. A atriz, vestida em Givenchy, em uma imagem de Funny Face , dirigida por Stanley Donen

 

Com ela

O designer em uma imagem ao lado da atriz Audrey Hepburn no ano de 1957

Pequeno-almoço com diamantes

A atriz Audrey Hepburn, musa e amiga de¬†Hubert de Givenchy¬†, vestida pelo designer com um visual ic√īnico do filme¬†Breakfast with diamonds

 

Nem tudo foi pop nos anos 60 

Quando chegou a¬†Hubert de Givenchy¬†, os anos sessenta n√£o eram apenas pop.¬†Eles tamb√©m eram eleg√Ęncia, sofistica√ß√£o e requinte.¬†Esta imagem da¬†Vogue¬†publicada em 1964 √© a prova

 

Clientes ilustres

Sentada em sua casa em Paris em 1965, Wallis Simpson usa um conjunto de cetim preto de Givenchy . A Duquesa de Windsor foi uma das grandes clientes fiéis do couturier francês

 

Conduta pelo exemplo

Em 1969, em seu est√ļdio parisiense, o designer coloca para a¬†Vogue em¬†frente a uma pintura de¬†Picasso¬†, em um show que n√£o s√≥ criou estilo, mas tamb√©m praticou: Hubert usa cal√ßas de brocado de prata e uma camisola de gola azul turca de sua pr√≥pria assinatura

Passe privado

Esta imagem é de agosto de 1970 e foi feita no salão parisiense de Givenchy , quando os desfiles estavam aconteciam a portas fechadas, apenas acessíveis aos principais editores e clientes

 

No auge de sua carreira

Modelo com um top de manga curta e  saia  polca by Givenchy  junto a  quatro atletas na cidade olimpica, em Munique, na Alemanha, para a Vogue em 1972

Confidentes 

Um relacionamento que começou a ser estritamente profissional, mas acabou por revelar excelentes parceiros de vida. Na imagem, Givenchy e Hepburn caminham em Paris em 1982

 

Musa e amigo 

Hubert de Givenchy¬†com sua amada¬†Audrey Hepburn¬†, na √ļltima etapa de sua vida.¬†A atriz m√≠tica morreria de c√Ęncer em 1993. Esta imagem foi feita durante os pr√™mios CFDA de 1985

 Criador de sonhos 

Em 1987, em seu est√ļdio parisiense, onde contribuiu para os anos dourados da costura francesa.

Um homem (muito) querido

Com seus grandes amigos, Iman e David Bowie , em festa da Bulgari em 1991

 

Eleg√Ęncia sem idade

Na apresentação da coleção Haute Couture de primavera-verão de 1995

 

Hubert de Givenchy, um nome (e um homem) eterno

O criador nos deixou no sábado 10 de março com 91 anos, passando de ser uma lenda viva de design de moda para um mito para a eternidade

Publicado em 13/03/18

A Quarta Revolu√ß√£o Industrial √© diferente de tudo o que a humanidade j√° experimentou. Novas tecnologias est√£o fundindo os mundos f√≠sico, digital e biol√≥gico de forma a criar grandes promessas e poss√≠veis perigos. A velocidade, a amplitude e a profundidade desta revolu√ß√£o est√£o nos for√ßando a repensar como os pa√≠ses se desenvolvem, como as organiza√ß√Ķes criam valor e o que significa ser humano. Como fundador e presidente executivo do F√≥rum Econ√īmico Mundial, Klaus Schwab esteve no centro dos assuntos globais por mais de 40 anos.

Após observar em primeira mão como os líderes mundiais navegaram pela revolução digital, Schwab está convencido de que estamos no início de um período ainda mais emocionante e desafiador. Esta obra descreve as principais características da nova revolução tecnológica e destaca as oportunidades e os dilemas que ela representa. E o mais importante, o autor explica por que a Quarta Revolução Industrial é algo fabricado por nós mesmos e está sob nosso controle, e como as novas formas de colaboração e governança, acompanhadas por uma narrativa positiva e compartilhada, podem dar forma à nova Revolução Industrial para o benefício de todos. Se aceitarmos a responsabilidade coletiva para a criação de um futuro em que a inovação e a tecnologia servem às pessoas, elevaremos a humanidade a novos níveis de consciência moral.

Publicado em 10/03/18

Sob frio cortante, o maranhense radicado em Uberaba, Reginaldo Pereira está em Bruxelas onde acaba de ser aberta a exposição de suas telas na Casa do Brasil. As primeiras imagens acabam de chegar e voces verão em primeira mão.

Gustavo Heyse Marchetti, coordenador do setor cultural, o artista Reginaldo Pereira, Helena Massote, da Missão do Brasil junto a União Europeia e Peter Passos, coordenador do espaço

Exposi√ß√£o recebe grande n√ļmero de visitantes j√° nas primeiras horas

Publicado em 08/03/18
SOBRE MIM

Sou Virginia Abdalla, jornalista há mais de trinta anos. Ao longo desse tempo, assinei coluna social autoral, nos diários Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba, trabalhando com conteúdo ético e abrangente. Espaço aberto para reportagens sociais e voltado também para comportamento, lifestyle, moda, cultura, gastronomia, ciências e tendências. Editei cadernos especiais de jornais e revistas, comandei programa de entrevistas em TV local e integro o quadro de colaboradores da publicação JM Magazine,  sempre procurando destacar pessoas pelo seu talento e fatos pela sua importância transformadora.
 Este é o foco do meu trabalho jornalístico, em prospecção para este Blog, on line desde 2012 - um novo e necessário caminho para fincar os pés no presente e tecnológico universo.
Sou graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Santo Thomaz de Aquino - com especializações no setor - e pós-graduada em Educação Latu Sensu pela Universidade de São Carlos. Empresária, mãe, avó, filha e mulher que eventualmente se permite expressar através de produções de arte sustentável.

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