Colaboração Alexandre Cury

 

Semana da Mulher

Você tem o dom de gerar a vida. Sua natureza é protetora, caridosa e amorosa.

Você é um ser de luz, que transparece a sua essência em seus atos.

Você consegue ser guerreira e ao mesmo tempo sensível, sempre pronta a suprir necessidades.

Em casa ou no trabalho, cuida do que é seu com zelo e determinação.

Você enfrenta batalhas diárias, na luta por seus objetivos e na busca por equilíbrio.

Nosso agradecimento a você, e que seus esforços sejam sempre reconhecidos.

 

 

Entrevista da semana

Perguntamos:

“Como você mudou neste último ano de pandemia no Brasil?”

Confira o que as nossas entrevistadas responderam:

 

“Depois de 1 ano, parar e pensar em tantas mudanças que nos ocorreram, pessoal e profissionalmente, acredito que não exista alguém no mundo que não tenha aprendido alguma lição importante. Apesar das frustrações e do sentimento de termos deixado várias das nossas vontades de lado, é importante a consciência de que é preciso viver um dia de cada vez, estar presente no aqui e agora e entender que a pandemia veio para ensinar (e muito!). O momento atual nos traz a oportunidade de expandir nossa mente, exercitar o altruísmo, valorizar e se preocupar com o outro. Nós sabemos que tudo isso vai passar e que, ao final, sairemos desse momento de crise como seres humanos melhores, mais resilientes e fortalecidos. Nesse último ano, em meio a tantas mudanças e inseguranças, busquei desenvolver, a cada dia, novas habilidades, criar redes, estabelecer conexões e me reinventar. O fato de ser mulher e jovem empreendedora já é um grande desafio. Em meio a pandemia, então, as dificuldades só aumentaram. Mas, utilizei todos esses impasses como combustível para meu crescimento, pessoal e profissional, com a certeza de que, o caminho é árduo, mas cada conquista, por menor que seja, é gratificante.”

FOTO: Geraldo Henrique

Amanda Di-Tano – Advogada

 

“A pandemia do Covid-19 fez com que as pessoas do mundo se olhassem por dentro, e permanecessem em casa. Em relação ao estilo de vida, a restrição social nos levou a uma redução importante nos níveis de atividade física, o que é muito ruim para a saúde mental. Na verdade, chega até ser mais necessária já que a atividade física contribui para a produção dos hormônios e neurotransmissores do bem-estar. Estes nos ajudam a estar sempre bem, dispostos e contentes. No início o hábito de assistir à televisão (séries) aumentou, assim como a instalação de aplicativos no celular, pois facilitou muito a solução das atividades diárias.  Outra mudança que acredito que tenha ocorrido refere-se à alteração dos hábitos alimentares. Aumentamos as compras em supermercados e estoque doméstico de alimentos de alta densidade energética, como batatas fritas, pipoca, chocolate e sorvete. Mas depois conseguimos normalizar e diminuir o consumo desses alimentos. Começamos a cozinhar, e gostamos; era um hábito que não tínhamos. Minha mãe falava que a cozinha aquece a casa, é a alma, hoje percebo a grande verdade nas suas palavras. No geral estamos mais caseiros, tivemos tempo de nos olhar mais. O lado bom da pandemia é que as famílias estão se cuidando.”

Elizabete Nogueira – Dentista

 

 

“Creio que minha principal mudança foi aceitar o desafio que o choque da pandemia causou. Atenuar os danos gerando perspectivas com capacidade de manter a dignidade e ao mesmo tempo,  transformar o momento de dificuldade em aprendizado para melhorar, para Ser mais humana. A circunstância estabelece novos parâmetros e NOTAR o OUTRO nunca foi tão importante. O relacionamento (mesmo à distância), nunca foi tão oportuno para a prática do bem comum e desfrutar desta experiência com sabedoria nos enriquece  consideravelmente. Marco Aurélio,  imperador estoico disse: “Nada acontece ao homem que não  seja próprio do homem”. Desejo que esta condição  que nos é imposta, sirva para percebermos o real valor da Vida.”

Liana Marzinotto – Relações Públicas do Hospital Hélio Angotti

 

“Sabemos que estamos atravessando um momento incerto, algo que imaginávamos que seria mediano e passageiro se tornou algo prolongado e que nos contorna de medo, insegurança  numa situação sem previsão. Infelizmente são tempos difíceis para todos, mas sempre acredito na ESPERANÇA e de que dias melhores virão, que esse é um sentimento que tem nos aflorado com muita intensidade, no entanto tenho acreditado no quanto é importante as pequenas coisas e no quanto elas podem fazer uma diferença enorme em nossas vidas, reflito que um sinônimo disso é que se eu me proteger, protejo ao meu próximo, as pessoas que convivo, pessoas que amo, então reitero que em um simples ato estou fazendo por mim e pelo os outros, e aposto que nunca uma responsabilidade afetiva foi tão despertada em nós. O aprendizado geralmente é maior em situações que nos aflora e nos intensifica, e a minha mudança não foi apenas com minhas ações, mas principalmente no meu interior, desacelerei e dei mais importância de que sozinhos não somos nada. Parecia ser um ano sem fim que na verdade ainda não acabou, rodeada de muito medo, poucas informações ou até mesmo contraditórias que iam e vinham, sem saber muitas vezes no que fazer, me ausentei e, dentro da minha casa, do meu trabalho, tive que me reinventar, e me transformar a cada dia no meu profissional, pessoal, comportamental e nos meus relacionamentos.”

Natalie Silva – Empresária

 

 

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Publicado em 10/03/21
SOBRE MIM

Sou Virginia Abdalla, jornalista há mais de trinta anos. Ao longo desse tempo, assinei coluna social autoral, nos diários Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba, trabalhando com conteúdo ético e abrangente. Espaço aberto para reportagens sociais e voltado também para comportamento, lifestyle, moda, cultura, gastronomia, ciências e tendências. Editei cadernos especiais de jornais e revistas, comandei programa de entrevistas em TV local e integro o quadro de colaboradores da publicação JM Magazine,  sempre procurando destacar pessoas pelo seu talento e fatos pela sua importância transformadora.
 Este é o foco do meu trabalho jornalístico, em prospecção para este Blog, on line desde 2012 - um novo e necessário caminho para fincar os pés no presente e tecnológico universo.
Sou graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Santo Thomaz de Aquino - com especializações no setor - e pós-graduada em Educação Latu Sensu pela Universidade de São Carlos. Empresária, mãe, avó, filha e mulher que eventualmente se permite expressar através de produções de arte sustentável.

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