Colaboração Alexandre Cury

 

Nessa semana, decidimos perguntar novamente sobre o comércio varejista!!

Inovações, como computação cognitiva, wearables, realidade virtual e aumentada e assistentes virtuais, estão aproximando o varejo da necessidade de apostar, de modo criativo e sustentável, na união do físico com o digital. No entanto, a integração é desafiadora, uma vez que grande parte das tecnologias ainda não possui efetividade comprovada no mercado varejista e requer alto nível de personalização a fim de impulsionar o valor do consumidor.

“Como você vê, a curto prazo, as principais mudanças no comércio varejista?”

 

Confira o que nossos entrevistados responderam:

 

“O setor varejista foi muito prejudicado com a pandemia, mas vejo com muito otimismo grandes mudanças e novos hábitos, estamos tendo oportunidade de vivenciar mais nossos lares e, com isto, curtindo mais nossas casas, consequentemente estamos consumindo mais. Portanto, vejo que o setor varejista tem um futuro promissor.”

Nice Honorato de Oliveira – Empresária

 

“Hoje o mercado está muito acirrado. Uberaba conta com uma população antenada e preparada para inovações. Na verdade quem não gosta de novidades. Hoje as redes sociais corroboram para disseminar novas tendências. Picpay, pagseg e outros bancos digitais transformaram a forma de aquisições e as redes sociais tem papel fundamental na disseminação do novo comércio das cidades.”

Marilda Marcacine – Empresária

 

“Acredito que nunca o dito popular do “fazer do limão uma limonada” esteve tão atual. E, na minha opinião, este é o pensamento que deverá nortear o empresário, principalmente o do comércio varejista. Deveremos cada vez mais nos reinventar e tentar descobrir alguma vantagem competitiva que possamos explorar para furarmos esse “tissunami” que está varrendo o mundo, e ainda vai trazer muitas consequências para a economia. A tecnologia digital talvez tenha sido a grande ferramenta que nos ajudou a analisar as informações recebidas de inúmeras fontes e formadores de opinião no mundo inteiro, observando quais foram as reações e atitudes tomadas diante de um evento inesperado e que afetou a todos de maneira tão crítica. Ao mesmo tempo, esta ferramenta também ajudou a criar pontes entre os empresários e seus clientes, tanto externos quanto internos. Possibilitou que muitos negócios continuassem a funcionar em “Home Office”, quando isso era possível, e também a manter contato com fornecedores e clientes e, assim, equacionar de uma maneira menos traumática os problemas que acabaram acontecendo devido à pandemia. Passado o primeiro impacto, algumas certezas vão se destacando, dentre elas uso da tecnologia digital como ferramenta para alcançarmos os clientes. Digo ferramenta porque não acredito que o digital, por si só, seja a solução completa para todos os segmentos. Para aqueles segmentos que trabalham com produtos que eu chamo de “commodities”, que são aqueles produtos que, uma vez escolhido o modelo, o consumidor sabe exatamente o que vai receber, o mercado vai se limitar a uma briga pelo melhor preço, e, nesse setor, acredito que o digital realmente vai ser praticamente soberano, pois, no conforto da minha casa, posso pesquisar e efetivar uma compra. Para esse segmento, estar fora do mercado eletrônico é praticamente fatal. Acredito que ninguém compre hoje uma televisão, um eletrodoméstico sem antes pesquisar nas principais lojas do varejo eletrônico. O pior é constatar que as condições das lojas eletrônicas não podem ser obtidas nas próprias lojas físicas das marcas pesquisadas, ou seja, somos obrigados a comprar na loja eletrônica, a não ser em casos de urgência. Por outro lado, aqueles produtos que dependem de um assessoramento, de uma opinião, de um acompanhamento, estes vão continuar a ter um espaço no mercado físico. Você pode até ter opções no mercado digital, mas ainda vai preferir procurar uma loja física onde pode experimentar ou conhecer o produto, e é esta a oportunidade que o empresário do comércio varejista deve explorar. A ferramenta digital veio para ficar, mesmo neste último caso. Os consumidores já experimentaram o conforto de poder ser atendido através dos meios eletrônicos, seja através do envio de imagens, seja através de reuniões virtuais, e outras facilidades que tiveram seu uso acelerado pela pandemia. Isso veio para ficar. As pessoas acabaram valorizando o ambiente doméstico. Não podendo viajar a turismo, nem ir a shows e aglomerações (pelo menos os mais conscientes), as pessoas acabaram vendo que seu lar e seus hobbies são importantes para a sua saúde mental. Percebemos um aumento gritante no movimento de lojas de material de construção, elétrico e hidráulico; as pessoas estão arrumando as suas casas, pois perceberam problemas que antes não eram tão importantes. A dona de casa que fazia bolos gostosos, começou a fazer bolos para os vizinhos. Aquele caldo que todos os amigos elogiavam, começou a virar sucesso de vendas. Aquele sofá velho que estava com o tecido estragado, agora incomoda mais. Essa é a oportunidade que devemos explorar. A ferramenta digital é uma alavanca que deve e vai ser, cada vez mais, usada para mostrar aos clientes as soluções que a sua empresa pode oferecer. Os próprios fornecedores estão ficando mais próximos dos varejistas, através das “Lives” de treinamento, onde, muitas vezes, nossa equipe passa a ter contato pela primeira vez com quem fabrica os produtos que ela vende, e conhece o processo de produção. Isso agrega um grande valor na argumentação de venda. E está acontecendo com uma frequência muito grande. Temos de encarar essa revolução digital, que foi catalisada pela pandemia, como uma ferramenta capaz de fazer uma ponte entre o cliente e a loja física, de maneira instantânea e eficiente, sabendo tirar proveito das vantagens que você pode oferecer. Não devemos considerá-la simploriamente como sendo uma concorrente desleal. Este vai ser o caminho do varejo a curto, a médio e a longo prazo. Quem souber utilizá-la a seu favor vai sobreviver. Mas ela está aí para ficar, e só o futuro poderá dizer o que mais virá pela frente, pois a criatividade do ser humano é infinita. Muitos conseguirão fazer uma limonada. Eu quero te convidar para tomar uma caipirinha.”

Victor Aragão Netto – Empresário

 

“Neste momento, o comércio, de uma maneira geral, busca inovações tecnológicas afim de aproximar o cliente de seu estabelecimento. Isso ocorre a partir do oferecimento de formas de consumo que tragam maior facilidade de escolhas, como cardápios virtuais, stories, Facebook, Instagram, WhatsApp, entregas delivery, fidelidade nas compras e formas de pagamentos através das plataformas digitais. O cenário atual otimizou ainda mais um processo que levaria mais tempo pra se modernizar.  Na relação de consumo, todos foram beneficiados.”

Veridiana Feres Garcia Cardoso – Empresária

 

À pururuca

Sol escaldante de inverno tropical entrando varanda adentro da sede da Fazenda São Judas Tadeu, para que os familiares de Telma e Milton Carvalho de Castro se reunissem em torno de farta mesa, cujo prato principal era uma indescritível leitoa temperada de véspera e assada na brasa. O “chef”? Nada menos que Miltinho Castro, cujo talento oculto para as artes gastronômicas vem se revelando cada dia mais. A propósito, a arquiteta Caru Cunha criou um espaço gourmet divino no apê de Milton Junior, Ana Helena e os filhos Manuela e Guilherme. Estavam lá também o querido casal de médicos Georges Calapodopulos e Nathalia.

Cachaça grega

Não provei, mas disseram que o gosto de anis é bem acentuado no destilado grego que alguns se aventuraram a bicar junto com os aperitivos de mesas fartissimas. As orquídeas de Telma continuam lá, lindas nos troncos dos coqueiros, resistindo à falta de chuva. Cultivo e amor é uma dobradinha infalível mesmo.

Requeijão moreno

Além da famosa leitoa, tínhamos ainda feijoada e todos os seus acompanhamentos, fricassé e, no arremate, doces de frutas com requeijão quentinho que Telma e Aparecida Helena prepararam na hora…

Telma, a anfitriã do almoço mineiro

Milton não conseguiu esperar para dar uma bicadinha na leitoa

Bela Ana Helena e Milton Castro Júnior

Dauta Calapodopulos e sua neta Manu

Dauta, Telma e esta colunista

Leitoa assada na brasa by Miltinho Castro

 

Ela brilha

A Psicóloga Thaís da Silva Pereira passa férias na terrinha, após extensa jornada de trabalho na pandemia, estando na linha de frente no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ela vem descansar e recarregar as energias, e trouxe na bagagem um presente especial para sua mãe, a médica Pediatra Dra. Sônia Silva: livro de psicologia – “Psicologia Hospitalar: teoria, vivência e casos clínicos” – onde ela assina um capítulo, que foi escrito durante o mestrado. Atualmente ela cursa doutorado na USP de São Paulo, e faz parte do corpo clínico em psicologia do Hospital Sírio Libanês!! Ela orgulha sua família e nós Uberabenses!! Parabéns!!

Thaís da Silva Pereira

Capa do Livro

Início do capítulo assinado por ela e a dedicatória que ela fez para sua mãe

 

Grande e carinhosa homenagem

Nosso grande amigo Rene Cecilio nos deixou no último dia 18. A família e os amigos fizeram uma homenagem à altura desse grande homem. Por estarmos em plena pandemia, após a missa de sétimo dia, foi realizada uma vídeo conferência onde foram realizadas muitas homenagens e relembrados os momentos da linda “caminhada” de vida dele. Nossos sentimentos a família.

Carinhosa Homenagem – Rene Cecilio

 

IMAGENS QUE SÃO NOTÍCIAS

Marcella Frossard sob o sol morno de inverno

Voluntários do Asilo Santo Antônio durante a entrega das pizzas, que tinha como fim a arrecadação de fundos para a instituição. Foi um sucesso!!

Matheus Martins aproveita o tempo livre para se exercitar e cuidar da saúde

FOFURÔMETRO – O pequeno Jorge Henrique completou 01 aninho e posou junto com sua mamãe, a querida Taymara, para um magnífico ensaio preparado especialmente para comemorar.
FOTO: Diego Rodrigues

Fábio Azevedo soprou velinhas ontem e recebeu o carinho dos amigos. Ele, que é um excelente anfitrião, promete uma mega festa no ano que vem para comemorar a vida e seu sucesso profissional. Parabéns!!

Jovem, excelente profissional e muito querido por todos, Geraldo Nardi, do Studio DiNardi, está repaginando as dependências do Studio. Desejamos mais sucesso!!

Bruna Malagoli fica literalmente “grudada” na filha, a fofa Manuela, nesses tempos de pandemia. Pais e mães vão se adaptando a esse período!! Além de ser uma excelente saída para fazer os afazeres de casa é uma fofura

No último dia 24, nosso amigo Marcelo Lara comemorou mais um ano de vida. Parabéns!

No sábado, 25, soprou velinhas o jovem Guilherme Nascimento. Parabéns!

MENSAGEM DA SEMANA

 

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Publicado em 27/07/20
SOBRE MIM

Sou Virginia Abdalla, jornalista há mais de trinta anos. Ao longo desse tempo, assinei coluna social autoral, nos diários Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba, trabalhando com conteúdo ético e abrangente. Espaço aberto para reportagens sociais e voltado também para comportamento, lifestyle, moda, cultura, gastronomia, ciências e tendências. Editei cadernos especiais de jornais e revistas, comandei programa de entrevistas em TV local e integro o quadro de colaboradores da publicação JM Magazine,  sempre procurando destacar pessoas pelo seu talento e fatos pela sua importância transformadora.
 Este é o foco do meu trabalho jornalístico, em prospecção para este Blog, on line desde 2012 - um novo e necessário caminho para fincar os pés no presente e tecnológico universo.
Sou graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Santo Thomaz de Aquino - com especializações no setor - e pós-graduada em Educação Latu Sensu pela Universidade de São Carlos. Empresária, mãe, avó, filha e mulher que eventualmente se permite expressar através de produções de arte sustentável.

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