em: Social

Desde o primeiro ano de vida de Marcella Pinheiro Frossard, seus pais, queridos amigos Adriana e Marcelo festejam o niver da filha da forma mais linda, criativa e bem cuidada que a imaginação e a criatividade humanas possam supor. Acompanhei de todos esses “parabéns” bem de perto, como convidada sempre e os retratei, um a um, em minhas colunas sociais dos jornais da cidade.

 

Só que no ano passado, a grande festa de 15 anos de Marcella – que todos aguardavam com ansiedade – frustrou todas as expectativas. Ela escolheu uma super viagem à Disney e NY.

Mas este ano, os 15+1 de Marcellinha foi a maior e mais divertida surpresa deste julho friozinho por aqui.

 

Linda e energizada aos 16 anos, a própria aniversariante foi o sucesso da tarde de mega feijoada. Ela mesma dava as boas vindas aos convidados servindo caldinho de feijão com pipocas de torresminhos. Os adolescentes – e os nem tanto… – dançaram e curtiram todos os momentos da festa. Tudo mágico!

 

As surpresas não foram poucas. A começar pelos bartenders do Goró Truck, um truck todo estilizado em lousa personalizada a giz para a feijoca, drinques maravilhosos dando as boas vindas a todos!

Mais à tarde, em alto som Marcella começou a dançar “O que é que a Baiana tem” e…  num piscar de olhos se transformou – ao som de bateria –  em uma linda mulata! Iuhuuuul!

E aí, todos animaram… Veio o show com Dada Fonseca, e os parabéns em tom de pagode com uma bateria e percussão com muita animação! Aí a pista se transformou à noite com DJ e bazuca de CO2, e a galerinha caiu na pista noite a dentro!

Destaques:

. Em meio à animação, petiscos e outras delícias, todos curtiram um tbt do inesquecível Solar 17, pois Adriana consegui reunir antigos chefs do restaurante da família de Wilson Pinheiro e Bernadete e a feijoada ficou “uma coisa de doido”
.  O convite foi um abadá recheado de grãos de feijão preto!

 

 

 

 

 

 

 

Publicado em 15/08/18

Super charmosos e práticos, os caminhos de mesa deixaram de ser aquela peça da casa das avós para o aparador e mesa de centro (prática em desuso atualmente). Hoje eles vieram à toda como forração de mesas de refeições, em perfeita adaptação a todos os formatos: retangulares, quadrados, redondos…

Confira!

 

 

 

 

 

Ficam lindos quando usados no meio da mesa posta paralelamente aos pratos…

 

 

 

Publicado em 04/08/18

Um dos aspectos mais interessantes do sucesso da JM Magazine é, sem dúvida, a evolução com que que o conteúdo se substancia cada dia mais, atualiza e inova, sem perder o brilho e o glamour que a permeiam desde a sua primeira edição, há mais de 15 anos. Basicamente com a mesma linha editorial – e praticamente com a participação dos mesmos colaboradores – a revista do Grupo JM de Comunicação ganha e oferece ao leitor uma fartura de emoções e conteúdos admirados e até surpreendentes – até mesmo para quem “é da casa”. Um time de primeira grandeza, capitaneado pela “mulher de ouro” que é Lídia Prata Ciabotti. Admiração e respeito.

Foi neste clima de harmonia e confiança na excelência de mais um trabalho editorial que os diretores Lídia e Luiz Ciabotti – mais a filha jornalista Larissa – lançaram a edição 61 da JM Magazine na Casa de Giullieta dia 18, com as presenças de autoridades locais, políticos, empresários e socialites. Noite de gente bonita, chique, antenada e bem vestida, a começar pelas homenageadas da matéria “Nascidas para Brilhar”. Foram elas:  Ana Letícia Prata, Auxiliadora Oliveira, Ale Roso, Marina Cadelca, Dulce Guaritá, Cynthia Ottaiano, Elisa Araújo, Dadaça Barbosa, Renata Brandão, Adriana Prata Vidal Gomes, Maria Angélica Alves, Kaká Borges, Cris Soffiatti, Fabiana Pellegrineli e Tetê Fantato. Os perfis delas – com fotos by Ramon Magela – você pode conferir hoje ainda. Vá às bancas e adquira um exemplar da revista.

No momento, selecionamos algumas fotos da noite, clicks disputados saidas das lentes de Paulo Lúcio, Jairo Chagas e Ramon Magela.

Lídia e Luiz Ciabotti com os empresários de Juiz de Fora que estão investindo na construção civil em nossa cidade, entre eles Neylson Almeida (capa da edição), suas esposas e o casal Adriana e José Renato Gomes

 

Heloisa e o prefeito de Uberaba Paulo Piau

 

Super admirado Delegado Heli Andrade

 

Amigas para sempre: Cristina Vasques, Virginia, Renata Pena, Heloisa e Dulce Guaritá

 

Com uma das homenageadas, Auxiliadora Oliveira e suas filhas Sílvia e Silmara

 

Com a festejada arquiteta Ale Roso

 

A turma bacana e simpática do IEATM

 

Luciana e sua filha médica Mariana, que já esta com o marido Marco Antonio Cury no Leste Europeu

 

Super diagramador da JM Magazine Gilnei Gouvea e esposa Karen

 

Meire Felix, da equipe de comercialização da JM Magazine

 

Linda e competente Elisa Araújo, presidente da Fiemg Regional Vale do Rio Grande foi uma das novas convidadas da matéria “Nascidas para brilhar”

 

Empresário Cláudio Junqueira – que participou da matéria “Tal Pai, tal filho” by Cris Vasaues – com sua Maria Luiza e Luciene Barsam

 

Dulce Helena Рsuper aplaudida Рe Jos̩ Fernando Borges Bento

 

Matusalem José Alves, Maria Angélica e o filho Renzo, todos homenageados pela JM Magazine

 

Belíssima Cris Soffiatti (homenageada) e seu marido, o médico e gentleman Ricardo Soffiatti

 

Também homenageada pela JM, a fisioterapeuta Renata Brandão e Guilherme Bernardes

 

Tom Castro Borges amigo prestigiando a noite

 

Eles, os nossos artistas das lentes: Ramon, Bárbara, Paulo Lúcio e Jairo

 

Tet̻ Fantato Рoutra homenageada Рcom seu marido e sua ṃe Heloisa

 

Multifacetada Marina Cadelca “nascida para brilhar” com Luana Fernandes

 

Com Adriana e super secretário municipal José Renato Gomes

 

Mais flashes

 

Rose e Paollineli

 

Renato Abrão e Adriana Treme

 

Gilberto Barata e Cristina

 

Silvia Schweizer e Esmê, estreando na JM estilo

 

Rodolfo Hueb e Bianca Partezan

 

Maria Cláudia Cicci e Jorge Alberto Nabut

 

Michele Delfino e Viviane Abdalla

 

Indiara Ferreira e marido

 

A foto oficial do evento

Publicado em 21/07/18
em: Viagem
Voltar à Cracóvia após 9 anos foi mais uma vez uma coisa maravilhosa. Estive na primavera de 2009 e o clima estava bem frio, mas mesmo assim adorei a cidade.
Retornei agora em Maio na Primavera e a cidade estava iluminada ao pé da letra, pois havia sol até tarde.
O polonês é o povo mais católico do mundo, haja vista o número de igrejas; talvez por esta religiosidade intensa, eles sobreviveram às guerras sem perder a alegria e hospitalidade.
Além das visitas obrigatórias que já havia feito na cidade como Colina Wavel, mina de sal, cidade antiga e Auschuitz , Cracóvia oferece muito mais. O melhor é ver a efervescência de pessoas, sentada em um restaurante da praça do mercado, Rynek Glowni, ali tudo acontece.

Igreja com duas torres

O Mercado é uma construção ladeada pelos dois lados com arcos imponentes e dentro adornado por estruturas de madeira que separa os quiosques.

Mercado

Ali tudo é maravilhoso e muito barato, o melhor lugar para comprar Âmbar ( a única gema de origem vegetal),
peças de madeira, crochê e cerâmicas. Aliás, a cerâmica merece destaque na arte e comércio da Polonia, pois são maravilhosas e muito baratas.
De fora do mercado tem artistas vendendo quadros, floristas fazendo tiaras de cabelo com flores naturais e muito mais …
Os músicos estão presentes em toda a cidade, tocando violinos e acordeons , inclusive por crianças ciganas. É um presente para os olhos e coração.
A praça replete de cafés e restaurantes na calçada e todos separados por cercas muito floridas. Ali a vida passa devagar para apreciarmos tanta beleza e alegria. Os restaurantes lotados e lindos servem uma culinária de primeira a preços bem razoáveis comparados com o restante da Europa.
Uma dica imperdível é ir ao Wesele tomar a sopa no pão.
Outra opção chiquerrima é ir ao Szara Restaurante. Citado no Guia Miclelin 2018
Descendo a praça siga na rua Grodska ,onde tem uma grande concentração de sorveterias e lojas.
Aproveite para passear de Tuck tuck e apreciar os maravilhosos parques ao redor da cidade antiga.
Tendo um tempo é legal visitar Wadowice , a terra de João Paulo II.
Lá além da igreja tem o museu onde era casa que ele nasceu e cresceu, com objetos familiares, inclusive seu bercinho.
Uma dica é comer seu bolo preferido; uma especie de pão de -ló nas confeitarias da praça.
Realmente, Cracóvia é uma excelente opção na Europa com os melhores preços …
Publicado em 12/07/18

“Toda mulher traz consigo seu valor e importância. Mas apenas algumas assumem atitudes que as tornam inesquecíveis para sempre”

A verdade é que se pode reconhecer uma mulher marcante há quilômetros de distância. São tão completas em si mesmas que, mesmo sem serem anunciadas jamais passam desapercebidas: no ser e no estar; nos ambientes em que circulam com desenvoltura; nas atitudes que assumem perante a vida, o trabalho, a família, os amigos, os estranhos, a sociedade como um todo.

Desde sua primeira edição, e ao longo dos seus 15 primeiros anos – que chegaram tão rápido quanto a imensurável velocidade tecnológica – a JM Magazine assumiu seu papel de valorização da mulher uberabense com força, garra e a certeza de que cada reportagem, cada entrevista, cada linha sobre cada uma delas seria de importância fundamental para o enriquecimento da história escrita que se perpetua.

Agora, nesta edição comemorativa do sucesso que sempre permeou estas páginas, o destaque se estende a 15 mulheres marcantes que, ao longo deste tempo brilharam e fizeram o brilho do rico noticiário social da nossa cidade. Mulheres elegantes, solidárias, participativas; mulheres gentis, sinceras, cordiais, refinadas; mulheres cuja importância advém do pensamento, do caráter. Da essência do ser.

Por Virginia Abdalla

Fotos Ramon Magela

1 – Marília Andrade Cordeiro

Linda, inteligente e questionadora desde a juventude, Marilia Nogueira Andrade envergou padrões rígidos da família de Ciça e do “coronel” Adolpho Andrade quando fincou o pé e conseguiu trabalhar fora, estudar na Inglaterra e cursar faculdade de Letras para, só então, pensar em casar, aos 22 anos, com Marcos Montes Cordeiro. Escolhas certeiras pois, como diz “tem sido o parceiro ideal nessa nossa longa jornada de 41 anos juntos.

Sempre entendeu meus hormônios, humores e odores e minha constante busca por aperfeiçoamento.”

Mãe de duas filhas e avó de dois netos Marília sempre teve luz própria. Como professora, tradutora, empresária, primeira dama de Uberaba durante 8 anos, companheira fiel e grande incentivadora do marido deputado federal. O que ela própria confirma quando fala: “Entre as inúmeras ‘Marílias’ que já fui, sempre fui “eu mesma”. Talvez “nunca a mesma”.

Serenidade Marília espelha e espalha. Acomodação, jamais. “Sempre fui lenta no andar, no conversar, no deglutir informações, gosto de filosofar, mastigar antes de engolir.” Seus lânguidos olhos verdes brincam com a melancolia… voltados sempre para as grandes e gritantes diferenças sociais, físicas e morais do país.

“Não é fácil acompanhar as grandes e profundas transformações morais por que passa o mundo e no Brasil especialmente, pelo terremoto político que estamos vivenciando nos últimos anos. Haja musculatura física, intelectual e pélvica para sobreviver aos desafios.”

Contemporânea do seu tempo, acha fascinante o mundo globalizado, mas não frequenta redes sociais. Adora interagir com as pessoas possíveis e reais. Adora usufruir da sua própria companhia, de seu marido, dos poucos amigos, das filhas, das músicas e literatura preferidas. “Mas seja onde for que estiver, que não me falte bom humor e boas rolhas para alegria e fair play!”

Marília ama ler. Jornais, revistas, livros…e até bulas. De Agatha Christie a Laurentino Gomes, ao mesmo tempo em que relaxa com obras como “Autobiografia de um iogue” “A segunda vinda de Cristo.

Enfim, Marília por Marília: “Sou poderosa! Me sinto poderosa! Tenho conseguido vencer meus próprios medos e desafios. Tornar-me melhor, servir melhor.”

 

 2 – Adriana Cardoso Treme Abrão

Exalando juventude e elegância, a médica Adriana Cardoso Treme Abraão é a mais perfeita representante do estilo de vida saudável que norteia os novos tempos. Aos 28 anos, já se estabeleceu como uma das mais conceituadas nutrólogas da cidade, trajetória que se iniciou  há 10 anos, quando chegou aqui em busca de conhecimento. A primeira intenção era esta. Estudou e formou pela Universidade de Uberaba. “Pensei que Uberaba seria palco de apenas essa fase da minha vida, até que na reta final do curso conheci meu grande amor, Renato Abrão. Nos casamos e, há sete meses, nasceu nossa primogênita, Cecília.” Apaixonada pela vida, mas atenta a tudo que se passa à sua volta, Adriana confessa não acreditar na tão buscada ‘felicidade plena’, mas sim em momentos felizes, pelos quais não se cansa em agradecer à vida.

Ainda cheia de sonhos e de projetos pessoais e profissionais pelos quais quer e vai lutar, Adriana Treme é uma mulher consciente do seu papel como mulher e cidadã. E não se intimida em admitir que todos nós, seres humanos, “somos a mudança” na nossa sociedade. “Cada um pode fazer sua parte com simples gestos e pequenas atitudes do bem.”

Moderna e antenada, é atenta a tudo que acontece no mundo, principalmente quando o assunto é direcionado especificamente ao trabalho. E sabe usar – sem exagerar –  a internet como ferramenta útil à informação e ao acompanhamento diário dos seus pacientes muito mais ‘de perto’. Até suas escolhas literárias têm como foco a saúde corporal e emocional.

Adriana marca presença também na vida familiar e social, com sua personalidade determinada, mix de ousadia da ousadia própria da mulher do novo Milênio, com a discreta preservação de valores convencionais. Bem dosado equilíbrio que ela vem adquirindo e destilando em tempo recorde.

 

3 – Sueli Vasconcelos

Com postura exemplar perante a vida, comportamento ímpar e firmeza de atitudes Sueli Ferreira Vasconcelos é a musa inspiradora das mentes brilhantes de seus filhos advogados Beto, Breno e a médica Lígia. Companheira inseparável do marido, o advogado Gilberto Martins Vasconcelos há 43 anos – e tendo adotado Uberaba como sua terra natal – a mineira de Delfinópolis, sempre foi uma mulher à frente do seu tempo.  Embora tenha tido educação formal em colégio interno dirigido por religiosas sempre foi detentora de pensamento extremamente progressista – a começar pela educação  dos filhos. “Sempre defendi que os filhos devem procurar seus rumos na vida. Com o apoio de Gilberto, os educamos para seguir essa orientação e foi isso que aconteceu. Desde muito cedo (em torno de 16 anos) saíram de casa para estudar, inclusive no exterior. Não sofri com a ausência deles; entendia que era uma necessidade.”

Educadora na sua essência (fez dois cursos superiores, Pedagogia e Ciências sociais) a avó de Manuela, Maria Luíza, Isabela, Júlia, Rafael e Bel – que está para nascer, sente-se hoje realizada como mulher. Acha que ‘conseguiu muito’ num mundo machista e preconceituoso através de uma vida familiar pautada pela dignidade e respeito mútuos. Como cidadã, vê os problemas do Brasil e do mundo com tristeza e frustração, mas acredita, com esperança, que a palavra mágica para a solução de tantos conflitos sociais seja mesmo Educação.

Feminina, sóbria e elegante no seu estilo de ser e estar, presença harmônica e sempre benquista na seletas e bem informadas rodas em que circula. Como toda leitora voraz, costuma ler mais de um livro ao mesmo tempo, passando por política, história e boas biografias. “O Homem que Amava os Cachorros” foi minha última leitura. Ficção e realidade num relato emocionante, mostrando o sonho, a coragem, a fraqueza, a vilania e o medo inerentes ao ser humano.”, conta Sueli.

 

4 – Cínita Fonseca Nunes

Diálogo entre modernidade e fé!

Nascida no sul de Minas, Cintia Fonseca Nunes Junqueira de Moraes, adotou Uberaba como sua terra Natal. Filha dos Promotores de Justiça José Augusto da Silva Nunes e Da lê da Fonseca e Silva Nunes, considera essencial que a mulher moderna consiga superar o estereótipo da supermulher, administrando a ansiedade de abraçar o mundo e procurando aproveitar o momento presente, junto de amigos e familiares.

Casada com o médico Alysson Roberto Bruno Junqueira de Moraes divide o seu tempo entre a árdua, porém essencial profissão de Magistrada com o convívio com o esposo e os dois filhos Victor e Mariana.

Sensível à causa humanitária, acredita que o respeito ao outro e ao Bem Comum só será alcançado através da educação das crianças, da profissionalização dos jovens e da consciência da importância dos idosos: em família, nas escolas e nas condutas sociais.

Quanto os mundo globalizado, Cintia busca informações junto à jornalismo com credibilidade , não desperdiça seu tempo com redes sociais e prefere ouvir amigos, ler e viajar. Sua Última leitura (presente do Dr. Tolstoi Junqueira de Moraes) Uma Confissão de Liév Tolstoi, surgiu de seus diálogos oportunos com o sogro sobre Deus fé e religião.

O perfil de Cintia, nos permitiu um belo texto sobre a Mulher Marcante em sua visão A mulher marcante é aquela que faz toda a diferença: sabe bem do seu poder, por isso consegue admirar tranquilamente a beleza alheia, elogiar a grandeza de outrem sem sentir-se diminuída. A Mulher marcante é aquela que se cuida, para se sentir bela, mas não usa a beleza para se promover nem conquistar. Ama e não tem necessidade de falar de si mesma, porque tem segurança no que faz. Ela é inteligente sem parecer pedante. A mulher marcante fica na memória pela sensatez de suas palavras, delicadeza dos atos e sinceridade de vida; na honestidade de propósitos; porque atua no mundo sem falsa ilusão e prestigia riqueza de bens morais e espirituais. Ela sabe viver com pouco e não acredita no poder próprio, mas tem humildade para dividir.”

 

5 – Maria Paula Mendes Carvalho

Ela é uma festa!

A empresária uberabense Maria Paula Mendes esbanja alegria e felicidade por onde passa. O trabalho, a família, os amigos, o convívio social e o encantamento pelo mundo mágico da infância é por ela, permanentemente renovado.

O trabalho de quase 3 décadas em seu buffet a fez uma mulher independente e realizada, capaz de surpreender a si mesma, pois nenhuma dificuldade ou tristeza foram capazes de apagar seus sonhos. Nem mesmo a partida repentina de seu marido Márcio em 2009 abalaram sua devoção e fé: ela traçou seus objetivos, correu atrás e realizou-os.

Mae do engenheiro eletricista Felipe e da administradora e empresária Juliana, Maria Paula tem os Salmos e o Evangelho como seus mentores diários e a Bíblia Sagrada como seu livro de cabeceira.

Antenada, sabe que só reclamações não resolvem os problemas da atualidade no Brasil e no resto do planeta. “Uma sociedade bem educada com ensino de qualidade forma crianças e jovens bem informados, menos problemas de saúde coletiva, melhores profissionais em todas as áreas. O mesmo vale para a exclusão social, o respeito às diferenças…”, afirma.

Contemporânea, deixou-se seduzir totalmente pela era da internet e sabe usar a tecnologia a seu favor. Confessa que está o tempo todo “viajando sem sair do lugar”, pesquisando, salvando idéias, comunicando-se com os que estão longe. Especialmente para o seu tipo de trabalho, Maria Paula vê as redes sociais como grandes aliadas. Afirma ela: “Com a falta de tempo, muitas pessoas ficam conhecendo meu trabalho e chegam até a fechar contratos, tudo on line.” Em contrapartida, tem a Bíblia Sagrada como seu livro de cabeceira. Inteligente e destemida, Maria Paula Mendes ousa afirmar: “Se eu tivesse o poder mágico acabaria com as guerras e faria com que todos os povos vivessem em paz e que fossem todos irmãos no verdadeiro sentido da palavra.”

 

6 – Malu Miranda

Hiperativa do bem. Esta criatura adorável, que vive em paz e de bem com a vida é Maria Luiza, a queridíssima Malu Miranda. Feliz e realizada com o tudo o que faz, a caçula de Aparecida e Clarindo Miranda é o protótipo da jovem mulher que tem os olhos voltados para o futuro. São apenas para o seu, do marido Cadu Villares e da princesa deles, Maluzinha. Responsável por todo o setor de comercialização e vendas de uma das maiores construtoras da região, sua energia e vitalidade advêm exatamente do desejo de realizar sonhos. Alimenta-os, faz com que se tornem viáveis e se concretizem.

As embora tenha a agenda diária superlotada, a energia e vitalidade de Malu, vão muito além da entrega profissional. Ela mesma confirma isso: “Sou mãe, trabalho, faço esportes e tenho uma vida social muito ativa! Conciliar tudo isso é uma realização!” Mas é também como mãe que Malu mais se preocupa com a crescente violência, com valores invertidos. Mas otimista que é, prefere crer que também existe uma “corrente do bem” que insiste em lutar por uma sociedade mais justa e mais humana. E vai além. Conta com a globalização como grande aliada: “…interfere diretamente na minha vida, com efeitos positivos. São muitos os avanços proporcionados pela evolução dos meios tecnológicos, além de maior difusão de conhecimento e informações e de proximidade entre as pessoas.”

Em contrapartida, esta jovem e tão contemporânea mulher, tem nas raízes da família suas maiores referências femininas: sua mãe, sua avó Lili e as irmãs Fabiana e Mariana.

Malu é impar! Seu ideal de mundo seria, com certeza, de amor, respeito e paz.

 

7 – Marta Montes

Considerada uma das mulheres mais elegantes e bem vestidas da cidade, habitué de grandes festas, acontecimentos e viagens, Marta Costa Santos Anjo Montes é uberabense de nascimento, filha dos inesquecíveis Dr. Jaime dos Santos Anjo e Maria Aparecida Costa Santos Anjo. Ao lado do marido, empresário Luiz Carlos Frange Montes, foram um dos casais mais marcantes da nossa sociedade, pais da bela arquiteta Maria Paula e do jovem e já bem sucedido empresário Rafael. E é mesmo assim, somando momentos de felicidade, que ela se abastece. “Me sinto muito realizada como esposa e mãe e sou extremamente agradecida a Deus por todas as oportunidades que a vida me oferece. Acredito, porém que estamos sempre em transformação e para mim vida é movimento e evolução espiritual”, afirma.

Tradutora por formação, já atuou muito e durante muito tempo, no setor, período em que foi extremamente bem conceituada por diversas editoras nacionais. No presente, em sintonia com a sustentabilidade, Marta atua como empresária do segmento de orgânicos à base do neem indiano.

Sensata e equilibrada, Marta Montes tem plena convicção que vivemos num mundo de excessos: “…excesso de preconceito, abusos, baixa qualidade de vida, corrupção, estresse, consumo. Atualmente as aquisições materiais estão acima das pessoas e isto precisa ser repensado.” E não atribui esses ‘pecados’ à chegada da globalização. Ao contrário. Diz claramente que para ela, “as facilidades de comunicação me aproximaram mais das culturas e com isso tenho maior consciência política global. Me sinto inserida em um mundo único sem fronteiras.”

Marta é uma mulher marcante. Sabe ouvir, escolhe as palavras que vai dizer, respeita o outro, é verdadeira. Marta é show!

 

8 – Elci de Paula

Empresária do setor de materiais para construção civil, Elcimar de Paula Silva é uma das mulheres mais dinâmicas da última safra de empreendedoras de Uberaba e região – no presente e a caminho de um futuro profissional ainda mais promissor e consolidado. Há um ano abriu sua segunda loja, projeto inovador que já é sucesso inquestionável.

Casada há 31 anos com o empresário Antônio Carlos da Silva, são pais de Nayara e Murilo, para os quais repassa cotidianamente seu dinamismo e positividade. “Sou totalmente realizada. Tenho uma família maravilhosa, unida e saudável. E acredito que a vida é um eterno aprendizado.”

Espiritualista e consciente da sua missão de vida, Elci tem os olhos voltados também para as grandes dificuldades que o mundo tem enfrentado nos últimos tempos. E afirma desejar que o amor e o egoísmo deixem de disputar espaço nas mentes: “Os seres humanos têm que olhar para o próximo com mais amor e deixar o egoísmo de lado”. Neste aspecto, ela conta com poderoso aliado: os livros, principalmente os de estudos da doutrina espírita.

Bem informada e atualizada, ela entende entende que a globalização via internet e redes sociais chegaram para somar conhecimentos e novas informações e também cumprem a feliz função de agregar pessoas, desde que saibam ser bem controladas. Mulher marcante, Elci é admirada também por sua elegância como pessoa do bem, daquelas ‘jóias raras’ no convívio social e familiar. O amor e a dedicação que coloca em tudo o que faz, tornam a vida mais bela e grandiosa. Assim é Elci de Paula: uma mulher múltipla que se conduz pelas palavras de Nice Teixeira: ” O amor é a fonte de tudo e a receita perfeita para viver.”

 

9 – Mônica Hial Abreu

A mais festejada empresária de moda de Uberaba. Esta é uma das inúmeras e precisas descrições que se pode fazer sobre Mônica Hial Abreu! Detentora de todo o brilho com que foi brindada pela vida, a belíssima mãe de Orlando e Valentina tornou-se uma das nossas maiores influencers do segmento de moda e estilo. De ser, de estar, de viver… Sua loja tornou-se o point da elegância; sua casa é referência em todos os quesitos que pudermos agregar em ‘receber bem’.

Filha do brilhante médico Valdemar Hial – de quem herdou a genuína comunicabilidade – e de Velma – que lhe repassou doçura e auto estima necessárias ás detentoras de poder. Tanto que, ao casar-se com Daniel de Paiva Abreu, integrou-se de como ninguém à família belas e marcantes mulheres.

“Completamente feliz! Se morrer hoje, morrerei realizada”, diz Mônica com a sua habitual espontaneidade. Desta forma convicta ela se desdobra para focar a sociedade como um todo: “Para mim o maior problema da sociedade é a falta de educação; enquanto o brasileiro não tiver estudo e boas escolas, nosso país nunca vai evoluir”. E à respeito do mundo tecnológico que nos envolve, tem suas restrições: É uma faca de dois gumes. Me ajudaram muito a melhorar minha visão do mundo. Antes meu mundinho era tão pequeno…  e agora enxergo coisas e pessoas com as quais nunca imaginei e com uma rapidez insuportável; fica difícil de acompanhar. E assim vou me tornando cada dia mais viciada e escrava desta loucura”.

Mônica é ética, leal. Um ser humano que se posiciona. Enfim , uma pessoa com personalidade própria. Coisa rara hoje em dia!

 

10 – Nana Cunha

Paciente, cordata, mas uma mulher que também sabe lutar pelo que quer, Nana Cunha nasceu em Uberaba e teve seu primeiro contato com a pintura ainda na infância, experimentando a fluidez da aquarela. Mudou-se para São Paulo na adolescência onde formou-se em Administração de empresas e, paralelamente fez diversos cursos de desenho, pintura e escultura. Embora adorasse sua vivência paulistana, acabou voltando de vez quando se casou com o também uberabense Ronaldo.“ Meus filhos nasceram aqui e agora já estão na idade de alçar vôo por causa dos vestibulares. É o ciclo natural, mas não trocaria a infância deles por de uma cidade grande”, diz ela que, após o nascimento de seus filhos, voltou a dedicar-se de forma definitiva à pintura. Hoje trabalha em seu atelier, onde desenvolve estudos com técnicas mistas e utilizando diversos materiais para criar suas obras e instalações.

Com bom humor e espírito leve procura enxergar o lado positivo da vida e assim se considera realizada. “Eu me cobro. Quero ser e fazer de tudo, mas tem hora que não dá e aí é preciso fazer escolhas e seguir feliz com elas!”

Nana adora poder ter acesso a coisas distantes e aí entra a simpatia pelo mundo globalizado. No meu dela as redes sociais ajudam, pois é um jeito prático de mostrar seu trabalho. E também, certamente, de se inteirar de técnicas para experimentos futuros. Quanto ao presente, Nana nos diz que “é preciso um esforço geral para diminuir os problemas sociais; eles acabam gerando grande parte da violência urbana. As pessoas têm que assumir uma postura mais responsável diante da vida.” E ela realmente vivencia esta postura. As peças feitas a partir das chapas de raio x possuem um significado especial, pois além de estar reciclando, a artista destina uma parte da renda para a associação de voluntários de combate ao câncer.

Esta é Nana – Ana Luisa Rodrigues da Cunha – uma mulher talentosa, que se mostra com naturalidade, coragem, força, atitude e também tem seu lado doce e sensível.

 

11 – Paula Hueb

Paula é mineira de Uberaba, cidade onde cresceu e graduou-se em Engenharia Civil e conheceu seu marido, Roberto Fontoura. Mudou-se para São Paulo em busca da sua grande paixão profissional e cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, com extensão na área de projetos. Foi aí que Paula acertou em cheio! A união da capacidade de solucionar problemas e da objetividade da Engenharia, com a arte e a criatividade da Arquitetura possibilitaram que Paula desse forma e estilo grifado às suas ideias. Foi o pulo do gato para a consagração.

Durante 10 anos viveu e trabalhou em São Paulo, onde realizou inúmeros projetos, inclusive desenhando interiores para grandes construtoras. Visibilidade que lhe rendeu o convite para participar, com mais 21 profissionais, da primeira Casa Cor São Paulo, onde permaneceu até a 10ª edição.

Seu trabalho hoje está presente em mais de 300.000 m² de área construída, entre projetos residenciais, comerciais e edifícios. Para Paula, o mais fascinante de seu trabalho é desvendar os desejos e necessidades de seus clientes, criando espaços que traduzam verdadeiramente a personalidade dos proprietários, sem nunca deixar de lado a funcionalidade.

Filha da empresária Fádua Miguel Hueb e do médico Anis Abdala, mãe de Caio, de 23 anos – estudante de Medicina e de Gabriel – universitário de Arquitetura – Paula afirma: “Cada vez mais me sinto realizada como mulher. Quanto mais as questões do mundo feminino, como preconceito, violência, etc. vêem à luz, mais percebo que recebi recursos na minha educação e conquistei de uma forma muito natural meu espaço, minha independência e respeito”.

Paula Hueb Abdala Fontoura, engenheira e arquiteta, uma mulher impecável e vitoriosa, aquela que não precisa pedir licença para ser o que é.

 

12 – Rosália Curado

Bonita e elegante, considerada uma das mulheres de destaque na sociedade uberabense, a bem-nascida filha de Joaquim Curado e Milota deixou Tupaciguara, sua cidade natal, quando ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de Uberaba na década de 80. O primeiro contato de Rosália com a família Machado Borges foi através de sua sogra. Paixão à primeira vista, casou-se com o empresário Rivaldo Machado Borges Júnior em 1989. É mãe de Rivaldo Neto – graduado pela Fundação Getulio Vargas, atuante no mercado financeiro em São Paulo – e Aline – que cursa o 5º ano de Medicina pela Universidade de Uberaba. Da união de Rosália e Rivaldo nasceu também uma das maiores empresas de comércio e indústria do Triângulo Mineiro. Lá, o casal atua em parceria; ele, o Direitor Comercial/Industrial, ela Diretora Financeira/Administrativa.

Exatamente por sentir-se privilegiada pela vida, Rosália – mulher de valores éticos, morais e religiosos – preocupa-se com o futuro da sociedade como um todo. “Acredito que está faltando família e religião na humanidade o que gera estes conflitos; a partir do momento que uma sociedade tem sua base bem formada, estes conflitos simplesmente deixarão de existir”, afirma. Leitora de Augusto Cury, ela se considera totalmente conectada às novas tecnologias: em menor escala nas redes sociais; preferencialmente como rede de informação e recursos de trabalho.

Esta é Rosália Maria Curado Machado Borges: inteligente, bela, plena em realizações. Aquela que também, se possível fosse, acabaria com todas as guerras e conflitos armados.

 

13 – Florença Barsam

Naturalmente linda, extrovertida e determinada – beirando o perfeccionismo. Profissional de primeira grandeza. Esta mulher completa é Florença Santos Marques Barsam, araxaense de 42 anos e já com uma rica e profunda bagagem que está sendo repassanda aos filhos Luisa e Augusto, frutos do imenso amor André Barsam, com quem está casada há 18 anos e que é o seu porto seguro. Mas a família de origem foi fundamental para que ela se transformasse nesta pessoa múltipla. Lídia foi aquela mãe que ensina, que ‘joga pra frente’, que faz a diferença; Julio o pai amoroso, o cidadão de bem, da comunicabilidade…

“Ainda adolescente, morando em Uberaba, eu já produzia chocolates, desfilava, fazia feiras e show-room de moda, para poder diminuir minha dependência dos meus pais. Uberaba me deu tudo. Já na faculdade despertei aptidão pelo marketing, publicidade, onde trabalhei por um período e que só me acrescentou como profissional. O turismo vem do exemplo e incentivo da minha mãe e da minha irmã Vanessa”.

Consciente do papel da mulher na sociedade Florença é uma mulher realizada e múltipla. No comando de uma das maiores agências de viagens do interior de Minas Gerais, viaja constantemente – com a responsabilidade de movimentar pessoas e sonhos – e consegue ainda buscar os filhos na escola, fazer tarefas, conseguir tempo para seu marido e ainda celebrar as conquistas com as incontáveis amizades que tem. “Poder ajudar e desenvolver pessoas é para mim muito gratificante, é uma forma de devolver com o bem tudo que já conquistei na vida”, afirma ela.

Contemporânea, otimista e entusiasta da vida, Florença é muito ligada ao ‘modus operandi’ do mundo moderno. Por trabalhar com turismo e conviver com diversas culturas, hábitos e costumes diferentes, considera a tecnologia um grande facilitador para se inserir de forma produtiva na globalização. “A informação é tão ágil, que, se não estivermos em interação com ela, ela pode nos derrubar, mas se caminharmos juntos o sucesso é inerente e inevitável.”

Florença Barsam: a mulher que acompanha o desenvolvimento da sociedade de forma geral, que tem sua família como um verdadeiro diamante e o lapida cada dia um pouquinho… A mulher que acorda cedo e corre atrás dos seus objetivos e propósitos, que gosta de ver o outro feliz, que quer cuidar de quem está a sua volta… A mulher que busca ajudar o próximo… A mulher que chega e encanta pela sua beleza, sua alegria e disponibilidade para com o outro.

 

14 – Ana Paula Sabino

Alma de artista!

Empresária há mais de 25 anos, a uberabense Ana Paula Sabino trabalha diretamente focada em seu lado criativo. E foi com ele que viu ainda muito jovem, seu trabalho ser reconhecido. Filha de Lélia Bruno (de quem herdou o extremo bom gosto) e de José Borges, se tornou referência internacional no cenário da moda.

“Deus me brindou com o dom da criatividade e me brinda diariamente com excelentes momentos.” Momentos estes que divide com o marido e grande parceiro Luciano Ciabotti e a filha Ana, o tesouro maior da família.

Para Ana Paula, a tecnologia se mostra ferramenta importante na divulgação de seu trabalho, tirando dela proveito também para seu crescimento pessoal. ” O mundo de hoje está ao alcance de todos. Você pode chegar aonde quiser.”

Sua leitura é direcionada para a moda e para a educação infantil.

Ana Paula é uma mulher que consegue com maestria equilibrar vida social , – é bela, elegante, refinada, transita com com desenvoltura em todos os ambientes… – família e trabalho sem perder o frescor que a faz criar e recriar suas coleções a cada estação. Sucesso sempre!

Como artista de alma sensível que é, se mostra preocupada com questões relacionadas à violência urbana, conflitos familiares e exclusão social. “Acredito que estamos vivendo hoje o reflexo de uma sociedade que está se desestruturado, precisamos lutar por uma sociedade mais justa, pacífica, exclusiva e próspera”, afirma Ana Paula. Tão atenta e tão chique quanto seu próprio berço familiar.

 

15 – Tunica

Multifacetada!

Jovem, linda e artista nata, Antônia Carvalho Barbosa sempre estudou artes sob suas mais diversas formas: pintura, fotografia,escultura, cerâmica, estamparia fashion entre outras. Tendo frequentado importantes escolas pelo mundo, como a American Heritage em Miami e a Central Saint Martins em Londres.

Casada com o empresário Daniel Cecílio, é mãe de dois meninos, Caio e Pedro. Sua rotina inclui tarefas tão diversificadas que vão desde o cuidado com os filhos, passando pelo trabalho no escritório agropecuário do pai (nome do pai), uma ajuda na loja da mãe Maria Claudia Carvalho Barbosa até a pintura ao ar livre de suas telas.

Sua arte vem de berço! “Minha avó materna, Ivete, fazia os bordados mais lindos que já vi….um colorido emocionante! A minha tia Aparecida pintava lindas telas! Minha madrinha Maria Inez com as lindas pinturas em porcelana, que eu adorava ficar observando e pintando quando criança. Minha mãe Maria Claudia que sempre me incentivou e inspirou, me ensinou a ver arte em tudo, e que podemos transformar, basta tentar!”

Antenada, Tunica (apelido carinhoso que carrega desde criança) utiliza a tecnologia para conhecer lugares, pessoas, técnicas de arte, moda e receitas que não seriam acessíveis sem o mundo globalizado.

Amante das biografias, sua última leitura foi a de Frida, por Hayden Herrera. “Adoro ler biografias e a história dela é única, recomendo.”

Sempre positiva, enxerga as mazelas humanas, mas lida com otimismo perante a vida, acreditando em dias melhores, com mais respeito e amor ao próximo.

 

Publicado em 06/07/18

Alex Khouri e Lígia com os três filhos em Byblos

 

Queridos amigos Alex Khouri e Lígia Vasconcelos Khouri estão passando férias no Líbano, com os filhos, mais os pais dele. Estão em Arjes, uma bela e aconchegante aldeia ao norte do Líbano onde Marguerite e Khouri nasceram. Lígia e Alex levaram os três filhos para conhecerem a bisavó de 94 anos que ainda reside lá. De lá seguiram viagem e foram conhecer Byblos. Depois, no roteiro de viagem dos Khouri, as maravilhas de Beirute,  depois Beirute!!
 Baalbec, St Charbel e Cedro.

Familia Khouri no Líbano, visitando a matriarca em Arjes..

 

… onde foram recebidos com esta farta e deliciosa mesa libanesa

Publicado em 05/07/18

Noam Chomsky é um dos intelectuais mais respeitados do mundo. Este pensador americano foi considerado o mais importante da era contemporânea pelo The New York Times. Uma de suas principais contribuições é ter proposto e analisado as estratégias de manipulação de massa que existem no mundo hoje.

Noam Chomsky ficou conhecido como lingüista, mas também é filósofo e cientista político. Ao mesmo tempo, ele se tornou um dos principais ativistas das causas libertárias. Seus escritos circularam pelo mundo e não param de surpreender os leitores.

Chomsky elaborou um texto didático no qual ele sintetiza as estratégias de manipulação maciça. Suas reflexões sobre isso são profundas e complexas. No entanto, para fins didáticos, ele resumiu tudo em princípios simples e acessíveis a todos. Confira a seguir.

1. A distração das estratégias de manipulação maciça

Segundo Chomsky, a mais recorrente das estratégias de manipulação massiva é a distração. Consiste basicamente em direcionar a atenção do público para tópicos irrelevantes ou banais. Desta forma, eles mantêm as mentes das pessoas ocupadas. Para distrair as pessoas, abarrotam-lhes de informações. Muita importância é dada, por exemplo, a eventos esportivos. Também ao show, às curiosidades, etc. Isso faz com que as pessoas percam de vista quais são seus reais problemas.

2. Problema-reação-solução

Às vezes o poder, deliberadamente, deixa de assistir ou assiste de forma deficiente certas realidades. Eles fazem dessa visão dos cidadãos um problema que exige uma solução externa. E propõem a solução eles mesmos. Essa é uma das estratégias de manipulação em massa para tomar decisões que são impopulares. Por exemplo, quando eles querem privatizar uma empresa pública, intencionalmente diminuem sua produtividade. No final, isso justifica a venda.

3. Gradualidade

Esta é outra das estratégias de manipulação maciça para introduzir medidas que normalmente as pessoas não aceitariam. Consiste em aplicá-las pouco a pouco, de forma que sejam praticamente imperceptíveis.Foi o que aconteceu, por exemplo, com a redução dos direitos trabalhistas. Em diferentes sociedades têm implementado medidas, ou formas de trabalho, que acabam fazendo com que o trabalhador não tenha garantia de segurança social normal.

4. Adiar

Esta estratégia consiste em fazer com que os cidadãos pensem que estão tomando uma medida que temporariamente é prejudicial, mas que no futuro pode trazer grandes benefícios para toda a sociedade e, claro, para os indivíduos. O objetivo é que as pessoas se acostumem com a medida e não a rejeitem, pensando no suposto bem que trará amanhã. No momento, o efeito da “normalização” já operou e as pessoas não protestam porque os benefícios prometidos não chegam.

5. Infantilizar o público

Muitas das mensagens televisivas, especialmente publicidade, tendem a falar ao público como se fossem crianças. Eles usam gestos, palavras e atitudes que são conciliadoras e impregnadas com uma certa aura de ingenuidade. O objetivo é superar as resistências das pessoas. É uma das estratégias de manipulação massiva que busca neutralizar o senso crítico das pessoas. Os políticos também empregam essas táticas, às vezes se mostrando como figuras paternas.

6. Apelar para as emoções

As mensagens que são projetadas a partir do poder não têm como objetivo a mente reflexiva das pessoas. O que eles procuram principalmente é gerar emoções e atingir o inconsciente dos indivíduos. Por isso, muitas dessas mensagens são cheias de emoção. O objetivo disso é criar uma espécie de “curto-circuito” com a área mais racional das pessoas. Com emoções, o conteúdo geral da mensagem é capturado, não seus elementos específicos. Desta forma, a capacidade crítica é neutralizada.

7. Criar públicos ignorantes

Manter as pessoas na ignorância é um dos propósitos do poder. Ignorância significa não dar às pessoas as ferramentas para que possam analisar a realidade por si mesmas. Diga-lhe os dados anedóticos, mas não deixe que ele conheça as estruturas internas dos fatos. Manter-se na ignorância também não dar ênfase à educação. Promover uma ampla lacuna entre a qualidade da educação privada e a educação pública. Adormecer a curiosidade de conhecimento e dá pouco valor aos produtos de inteligência.

8. Promover públicos complacentes

A maioria das modas e tendências não são criadas espontaneamente. Quase sempre são induzidas e promovidas de um centro de poder que exerce sua influência para criar ondas massivas de gostos, interesses ou opiniões. A mídia geralmente promove certas modas e tendências, a maioria delas em torno de estilos de vida tolos, supérfluos ou mesmo ridículos. Eles convencem as pessoas de que se comportar assim é “o que está na moda”.

9. Reforço da auto-censura

Outra estratégia de manipulação em massa é fazer as pessoas acreditarem que elas, e somente elas, são as culpadas de seus problemas. Qualquer coisa negativa que aconteça a eles, depende apenas delas mesmas. Desta forma,  fazem-lhes acreditar que o ambiente é perfeito e que, se ocorrer uma falha, é responsabilidade do indivíduo. Portanto, as pessoas acabam tentando se encaixar em seu ambiente e se sentindo culpadas por não conseguir. Elas deslocam a indignação que o sistema poderia causar, para uma culpa permanente por si mesmos.

10. Conhecimento profundo do ser humano

Durante as últimas décadas, a ciência conseguiu coletar uma quantidade impressionante de conhecimento sobre a biologia e a psicologia dos seres humanos. No entanto, todo esse patrimônio não está disponível para a maioria das pessoas. Apenas uma quantidade mínima de informações está disponível ao público. Enquanto isso, as elites têm todo esse conhecimento e usam-no conforme sua conveniência. Mais uma vez, fica claro que a ignorância facilita a ação do poder sobre a sociedade.

Todas essas estratégias de manipulação em massa visam manter o mundo como ele é mais poderoso. Bloqueie a capacidade crítica e a autonomia da maioria das pessoas. No entanto, depende também de nos deixarmos ser passivamente manipulados, ou oferecer resistência tanto quanto possível.

Publicado em 05/07/18
 O Salário não é a principal fonte de insatisfação dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remuneração condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organizações. Ser mais uma peça da engrenagem é um fardo nos tempos atuais, defende o filósofo Mário Sérgio Cortella.

Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotivação é a ausência de reconhecimento. E ela manifesta-se de várias formas: do chefe injusto à falta de valorização em cada projeto e tarefa. Não é uma questão puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de “dar a energia vital ao funcionário para continuar fazendo e seguindo em frente”.

É principalmente evitar a mensagem de que “não ser mandado embora já é um elogio” ou que “o silêncio é a melhor maneira de dizer que está tudo em ordem”.

Em seu novo livro, Mário Sérgio Cortella fala sobre reconhecimento e de outras questões que considera inerentes à insatisfação de muitas pessoas hoje em relação ao próprio emprego. Em “Por Que Fazemos O Que Fazemos” [Editora Planeta], o professor reflete sobre próposito e por que as pessoas almejam empregos que conciliam uma satisfação pessoal e a certeza de não realizar um esforço “inútil” dentro da sociedade. Este tipo de aflição ganha maior evidência com a geração millennial que passou a almejar um “projeto de vida que não soe como conformado”, ou seja, do trabalho pelo trabalho.

É sonhar com o trabalho grandioso, com uma rotina que não seja monótona, com um ‘projeto que faça a diferença’. Por outro lado, é uma geração também que chega – em parte – com pouca disciplina, que tem ambição e pressa, que vê seus desejos como direitos – e ignora os deveres.

Todas essas aflições corporativas têm moldado a forma de atuar das empresas e das pessoas na hora de se associarem a um emprego. Em momentos de crise econômica, elas ganham um nível de contestação ainda maior. Em entrevista à Época Negócios, Cortella comenta esses dilemas e mudanças, os “senões” de se fazer o que se ama e por que há uma “obsessão enorme por uma ideia de felicidade que não existe”: o RECONHECIMENTO.

Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém

As pessoas não querem mais somente um salário mais alto, querem acreditar que fazem algo importante, autoral. Por que a necessidade de ter propósito ganhou maior relevância? É uma questão geracional?

Ela é mais densa e angustiante na nova geração que enxerga muitas vezes na geração anterior, que a criou, certa estafa em relação ao propósito. É muito comum que jovens e crianças enxerguem hoje nos pais algum cansaço e até tristeza naquilo que fazem. O pai e mãe dizem “eu trabalho para sustentar, esse é meu trabalho”. Há uma grande conformidade. E essa conformidade de certa forma acabou marcando uma nova geração, a millennial, que traz aí a necessidade de ter algum projeto de vida.

Eles não querem repetir um modelo que, embora esforçado, dedicado e valoroso soa, de certa maneira, como conformado. Hoje há uma aflição muito grande na nova geração de maneira que se traduz numa expressão comum: “eu quero fazer alguma coisa que me torne importante e que eu goste”. A geração anterior tinha um pouco essa preocupação, mas deixou um tanto de lado por conta da necessidade.

Quando o sr. se refere à geração Y, aos millennials, está considerando um recorte ou o todo?

Claro que temos recortes. Não estou falando de quem está atrelado ao reino da necessidade, que precisa trabalhar sem discussão porque precisa sobreviver. Esta é uma questão de outra natureza. O termo millennial que eu adoto, como muitos, é aquele que cunharam para quem nasceu a partir dos anos 1990. E essa geração tem recortes mais diretos em relação à camada social.

Evidentemente se você considerar aqueles que são escolarizados, têm boa condição de vida e que estão acima da classificação oficial da classe D, essa geração tem mais possibilidade de escolha à medida que a sobrevivência imediata não é uma questão. Ela pode viver até mais tempo com os pais e ser por eles sustentada. Isso vem acontecendo. Já integrantes das classes D e E têm mais dificuldade – uma parcela às vezes encontra sobrevivência na transgressão, no crime de outra natureza e outros encontram aquilo que é o trabalho suplicial que o dia a dia coloca sem escolhas.

Como o senhor diz no seu livro até para ser mochileiro, você precisa ser livre de uma série de restrições…

Sim, você precisa dominar outro idioma, saber se virar. Há uma diferença entre um filho meu, de camada média, com uma mochila nas costas andando pela rua em relação ao modo que ele se conduz, à maneira como ele se dirige às pessoas do que ele ser, por exemplo, um andarilho. Uma pessoa pode até ser mochileira, mas ela já tem condições prévias que a tornam uma mochileira com menos transtornos do que como seria de outro modo.

O senhor diz frequentemente que, para fazer o que se gosta, é preciso fazer uma série de coisas das quais não se gosta. Esse entendimento provém de uma educação na empresa, da família ou escola?

É uma questão de formação familiar. Hoje há uma nova geração que, especialmente nas classes A, B e C, cresceu com facilitações da vida. Hoje a gente até fala em “adolescência estendida” que vai até aos 30 anos e não necessariamente até os 18 anos. São as pessoas que continuam vivendo com os pais, sob sustentação.

Isso acabou levando também a uma condição, que uma parcela dos jovens entende que “desejos são direitos”, que vão obter aquilo porque é desejo deles e um outro vai providenciar. Cria-se assim a perspectiva equivocada de que as coisas podem ser obtidas sem esforço. Mas sabe, eu lembro sempre, trabalhar dá trabalho. Como costumo dizer: “só mundo de poeta que não tem pernilongo”. É óbvio que isso não anula a riqueza que essa nova geração tem de criatividade, expansividade, de receptividade em relação a vários modos de ser. Uma geração mentalmente rica, mas que precisa de um disciplinamento – que não é torturante, mas pedagógico – e que começa na família e vai encontrando abrigo na empresa.

Essas estruturas são importantes para que essa energia vital não se dissipe. É preciso organizar essa energia de modo que não se perca com inconstâncias, para ser algo que possa de fato gerar benefício para o indivíduo e para a comunidade dele.

As empresas ainda não sabem lidar, de forma geral, com a energia desses jovens?

Não, elas ainda estão começando a aprender. Há algumas que já possuem uma certa inteligência estratégica e estão se preparando e preparando seus gestores para que acolham essa nova geração como um patrimônio e não como um encargo. Porque quando você acolhe a nova geração como um encargo, em vez dela ser “sangue novo”, ela se torna algo que é perturbador. E é claro que não é só o jovem que tem de se preparar para essa condição. É necessário que a pessoa que a receba seja acolhedora, mas que também se coloque em uma postura de humildade pedagógica. Que ela saiba que vai aprender muito com alguém que chega com novas habilidades que a geração anterior não tem. Lidar nos dois polos de maneira que equipes multigeracionais ganhem potência em vez de entrarem em situação de digladio ou confronto.

Nesses dois polos, os profissionais mais seniores ficam inseguros com receio de que seu papel não seja mais relevante nas organizações. Como eles podem lidar com esse novo cenário?

Eu só conseguirei ter essa percepção de que estou ficando para trás se eu deixar de lançar mão daqueles que chegam com coisas que eu ainda não conheço. E aí eu não vou ter só a percepção, eu vou ficar mesmo para trás. A gente aprende muito com quem chega, mas a gente também tem o que ensinar. Tem dois princípios que precisamos implantar: 1) quem sabe, reparte 2) quem não sabe, procura. Se eu formar seniores e juniores nesses dois princípios, de um lado vai ter generosidade mental e de outro a humildade intelectual.

Essas duas trilhas virtuosas serão decisivas para que a gente construa maior potência no que precisa ser feito.

Com todos esses dilemas e mudanças, a ambição é necessária? Uma pessoa ambiciosa é boa ou perigosa para a empresa?

A pessoa ambiciosa é aquela que quer ser mais e melhor. É diferente de uma pessoa gananciosa, que quer tudo só para si a qualquer custo. Uma parte do apodrecimento que nosso país vive no campo da ética hoje se deve mais à ganância do que à ambição. Eu quero um jovem ambicioso. Eu, Cortella, sou ambicioso. Quero mais e melhor. Mais e melhor conhecimento, mais e melhor saúde. Mas não quero só para mim e a qualquer custo. A ganância é a desordem da ambição. É quando você entra no distúrbio que é eticamente fraturado. Por isso, é necessário que uma parte dos jovens seja ambiciosa. Um ou outro tem sim essa marca da ganância caso ele seja criado em uma família, estrutura, comunidade, na qual a regra seja a pior de todas: “fazemos qualquer negócio”. E essa regra é deletéria, é malévola aos negócios que, embora possam ser feitos, não devem ser feitos.

A ambição é necessária, mas a ganância tem que ser colocada fora do circuito.
E quando você junta ambição e pressa?

Não é algo que traz bons resultados. Uma das coisas boas da vida não é ter pressa, é ser veloz. Se você faz um trabalho apressadamente, você vai ter que fazer de novo. Quando eu vou consultar médico, eu quero velocidade para chegar à consulta, mas eu não quero pressa na consulta. Velocidade resulta de perícia, habilidade, de ser alguém que tem competência no que faz. A pressa resulta da imperícia. Por isso, o desenvolvimento da perícia, habilidade, competência permite que se faça algo velozmente. E se sou veloz, aquilo que resulta da minha ambição pode se transformar no meu êxito. Se sou apenas um apressado, vou ter que lançar mão de trilhas escusas para chegar ao mesmo objetivo – e o nome disso é Lava Jato.

O senhor aponta no livro que o maior descontentamento atual dos funcionários nas empresas não é salarial, mas a falta de reconhecimento. Por que a questão ganhou força nos últimos anos?

Hoje há um anonimato muito forte na produção. Como a gente tem uma estrutura de trabalho em equipe muito grande, o trabalho em equipe quase leva à anulação do reconhecimento do indivíduo. E isso significa que um trabalho em equipe não prescinde da atuação de cada pessoa. É necessário que não se gere anonimato. Eu insisto: reconhecimento não é só pecuniário, financeiro, é autoral. É necessário que a empresa exalte, mostre quem colaborou com aquilo. À medida que você tem reconhecimento, comemoração, celebração, isso dá energia vital para continuar fazendo. Não se entende aquilo como sendo apenas uma tarefa. O reconhecimento ultrapassa a ideia de tarefa. Não sei se seu pai fazia isso, mas chegava em casa com o boletim da escola, altas notas, e ele dizia: “não fez mais que a obrigação” – isto é altamente desestimulador. É preciso reconhecer, dizer que é bacana, comemorar. Aquilo que estimula a continuar naquela rota. Reconhecimento é a principal forma de estímulo que alguém pode ter.

No livro, o senhor também cita a obsessão por “uma tal ideia de felicidade” que acaba levando as pessoas a viverem muito mais a expectativa do que a realização. Por que isto ocorre?

A felicidade não é o lugar onde você chega. A felicidade é uma circunstância que você vivencia no seu dia a dia. Não tem “a felicidade”. Você tem circunstâncias de felicidade, ocasiões, que quando vêm à tona não devem ser deixadas de lado. Ninguém é feliz o tempo todo – isso seria uma forma de idiotia – à medida que a vida tem suas turbulências.
Mas quando ela vier, admita a felicidade. Colocar a felicidade só num ponto futuro, inatingível, isso é muito mais resultante de uma dificuldade de lidar com a questão do que concretamente uma busca efetiva. Por isso, sim, a felicidade é uma desejo porque o mundo tecnológico nos colocou em contato com tantas coisas, mas nos deu uma certa marca de solitariedade, de ficar solitário com relação àquilo que se tem, a uma ausência de contato muito forte.

Tudo é muito virtual e isso acaba gerando desconforto interno, angústia nas pessoas. E a felicidade é um nome que as pessoas dão para superar essa angústia. O que é felicidade para o sr?

É a que eu tenho na minha vivência. Quando percebo uma obra feita, uma aula bem dada, um abraço sincero, afeto verdadeiro, conquista merecedora. São meus momentos de felicidade. Não são um lugar onde desejo chegar.

Publicado em 05/07/18

A Rússia, sede da Copa do Mundo FIFA 2018, também é sede de Projetos Arquitetônicos belíssimos, que sempre vêm acompanhado de um grande senso de sustentabilidade compartilhado pelos europeus.

O “Tochka na Karte” Country Hotel – expressão em russo para “um ponto no mapa” – está localizado a 120 km de São Petersburgo, às margens do Lago Ladoga, na fronteira da República da Carélia.

 

A Rússia, sede da Copa do Mundo FIFA 2018, também é sede de Projetos Arquitetônicos belíssimos, que sempre vêm acompanhado de um grande senso de sustentabilidade compartilhado pelos europeus.

O “Tochka na Karte” Country Hotel – expressão em russo para “um ponto no mapa” – está localizado a 120 km de São Petersburgo, às margens do Lago Ladoga, na fronteira da República da Carélia

 

 

Assim os Arquitetos puderam acomodar os edifícios entre as árvores existentes, sem precisar cortá-las nem abrir mão do melhor do local – a vista do lago alcança todos os quartos por meio de painéis envidraçados que vão do chão ao teto. A fim de que a arquitetura não competisse com a natureza, as paredes levam madeira e metal escuro.

O hotel compreende 3 blocos prolongados de 2 andares de Quartos duplos, 32 Quartos Standard, Suítes independentes e um edifício de Recepção.

O edifício da Recepção é montado a partir de três módulos e alguns elementos pré-fabricados. Uma ampla gama dos módulos do hotel consiste em quatro blocos de 2 andares interligados por escadas e terraços.

Um módulo é um Quarto standard com área de 18 metros quadrados. Uma suíte é formada a partir de dois módulos.

Os módulos foram posicionados de forma que maior parte dos edifícios pudesse ficar “dispersa” entre os pinheiros. Foi o contexto da natureza setentrional de Karelia que orientou o Projeto Arquitetônico: o hotel está situado no ponto onde o rio Vuoksi se direciona para o Lago Ladoga.

Todos os módulos estão localizados entre os pinheiros existentes, que não foram cortados graças à estratégia modular. A primeira consequência desse contexto foi maximizar a interação entre o residente e o meio ambiente, por exemplo, a partir de um painel de vidro do chão ao teto em cada quarto com vista para o Lago Ladoga.

Formas naturais, disposição de árvores e esforço para fornecer uma visão da costa de todos os quartos caracterizam a localização das edificações no terreno.

 

 

A segunda consequência é seleção dos materiais e padrões. Uma abundância de madeira e metal escuro no acabamento externo tira o foco da Arquitetura, tornando a natureza a protagonista do espaço.

Atualmente, este Projeto é o único caso de arquitetura modular para instalações públicas no território da Rússia que possui um valor arquitetônico real, e conseguiram com isso alcançar a essência do lugar com a Arquitetura Nórdica Moderna.

Rhizome Architecture Group, Archdaily e Pinterest

 

 

Juliana Sousa é Arquiteta e Urbanista, com cursos na área de Design de Interiores, Gerenciamento de Projetos, e Gestão Ambiental.

Contatos:

Studio E+A – Engenharia e Arquitetura

Avenida Alberto Martins Fontoura Borges, nº 580 | Bairro São Benedito |

Uberaba/MG | Cep: 38022-070 |

Telefone: 34 3311-7243 | 34 99134-8578 | 34 99813-1119 |

studioea.construcoes@gmail.com

 

Publicado em 25/06/18

A sustentabilidade já deixou de ser tratada como uma simples obrigação, e hoje já é sinônimo de diferencial e identidade

 

Quando integrada corretamente em um Projeto de design, seja ele qual for, a sustentabilidade pode agregar muito valor ao Projeto, seja dando força a identidade ou ditando um estilo próprio. Foi isso que aconteceu a esse restaurante em Kiev, na Ucrânia.

O Restaurante chamado Simple foi pensado com foco na sustentabilidade e simplicidade – como o próprio nome já sugere – e traz bastante características da natureza e de uma vida mais orgânica. A ideia do restaurante é “seja simples, coma simples”, e implica cozinhar comida vegetariana a partir de produtos locais, frescos, e sem conservantes, mas em combinações inusitadas.

O ponto de partida para a concepção do Projeto foi a simplicidade, para a decoração e também para os pratos, que são feitos com ingredientes locais e da estação.

 

 

O Projeto Arquitetônico, o Projeto de design de interiores e a identidade visual do Simple foram desenvolvidos pela agência de branding, arquitetura e design Brandon Archibald, liderados pela Arquiteta Anna Alexandrova.

O formato estreito foi um grande desafio para o Projeto, já que a maior parte do restaurante tem 2,70m de largura. Como o Cliente participa da montagem do seu prato, essa parte ficou nos fundos da construção, ficando entre o salão de mesas da entrada e o da lateral, se tornando funcional e bem charmoso.

 

 

 

Os móveis – mesas e bancos – e itens como porta-guardanapos e bandejas são todos em madeira.

Materiais baratos que foram comprados no mercado local ganharam outro uso e foram reaproveitados. Potes de vidro reciclados se transformaram em luminárias pendentes. Caixotes viraram estantes e o rolo para massas serve de cardápio de bebidas. E para servir de cabide, um rastelo de cabeça para baixo.

 

 

 

 

Muitas plantas – suculentas e cactos – deixam o ambiente mais vivo, desde uma parede inteira dedicada a vasinhos em prateleiras e uma suculenta em cada porta-guardanapos.

 

 

O conceito e o Projeto foram muito bem elaborados e realizados, e o ambiente ficou perfeito para comer uma comida de qualidade, passar o tempo com pessoas queridas ou simplesmente tomar um café e ler um bom livro.

 

 

 

Os detalhes vão para além do salão. O porta-papel toalhas do banheiro é uma casa de passarinhos. E na parede do sanitário, Freud, te convida a sentar no vaso sanitário

 

 

Fonte: Brandon Archibald, Archdaily e Pinterest.

 

Juliana Sousa é Arquiteta e Urbanista, com cursos na área de Design de Interiores, Gerenciamento de Projetos, e Gestão Ambiental.

 

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Publicado em 11/06/18
SOBRE MIM

Sou Virginia Abdalla, jornalista há mais de trinta anos. Ao longo desse tempo, assinei coluna social autoral, nos diários Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba, trabalhando com conteúdo ético e abrangente. Espaço aberto para reportagens sociais e voltado também para comportamento, lifestyle, moda, cultura, gastronomia, ciências e tendências. Editei cadernos especiais de jornais e revistas, comandei programa de entrevistas em TV local e integro o quadro de colaboradores da publicação JM Magazine,  sempre procurando destacar pessoas pelo seu talento e fatos pela sua importância transformadora.
 Este é o foco do meu trabalho jornalístico, em prospecção para este Blog, on line desde 2012 - um novo e necessário caminho para fincar os pés no presente e tecnológico universo.
Sou graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Santo Thomaz de Aquino - com especializações no setor - e pós-graduada em Educação Latu Sensu pela Universidade de São Carlos. Empresária, mãe, avó, filha e mulher que eventualmente se permite expressar através de produções de arte sustentável.

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